
Na sexta-feira passada, a chamada Sexta-Feira da Paixão, alguns jogadores do Santos, os chamados meninos da vila, resolveram praticar caridade. O que é ótimo, realmente, mas alguns deles deixaram a desejar. O time iria a uma casa onde entregariam ovos de páscoa, fariam companhia e dariam autógrafos para crianças com paralisia cerebral. Porém a entidade que mantém a casa é espírita, kardecista. Então foi aí que percebi como o post sobre o tapa olho cristão caiu como uma luva. Alguns jogadores de doutrina evangélica não aceitaram o fato de ser uma casa espírita, e não entraram. O pior foi que ouvi dizer que os argumentos desses jogadores eram puramente fanáticos e superficiais.
Me digam, o que a religião tem a ver com a caridade que seria feita?
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Muitos vão me apedrejar, mas sim, vou falar de um assunto polêmico, que é a religião. Se o que eu disser aqui for contra os seus dogmas e valores pessoais e/ou familiares, levem em consideração a sua opinião como única, e me ignorem. :) Vale lembrar que todo o que digo é baseado em MAIORIAS, então, se existem exceções, você pode ser uma delas.
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Hoje é dia de São Jorge! Mas que foi esse cara?
Dizem que lá pelos anos dourados do século III d.c., São Jorge, então Jorginho, nascia. Fora criada por uma família cristão da Capadócia, região onde seria hoje a Turquia.
Quando jovem soldado, se mudou para a Palestina, onde faria parte do exército romano e por honarias conquistadas, se tornaria Conde com tenros 23 anos. Passou então a fazer parte da corte e viver no império exercendo funções de alto nível.
Durante as reuniões, o imperador da época – Diocleciano – tinha malignos planos. Iria destruir a cultura cristão espalhada pelo império. Eis que no dia em que o decreto de luta contra os cristãos seria devidamente firmado, Jorge discordou e começou a discursar sobre a religiosidade do império se referindo os deuses pagões. Diante de toda a revolta de Jorge, outros membros começaram a indagar o porquê da revolta. Eis que Jorge disse: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade”. O imperador, revoltado com a declaração de Jorge, o colocou sob tortura até que retirasse as palavras que havia dito na reunião. Como a crença de Jorge era grande, mesmo após várias sessões de tortura, se recusou a desacreditar seu Deus e crer nos Deuses do império e com isso ia levando cada vez mais pessoas do império acreditar em sua crença, uma vez que a mesma o fazia suportar tais torturas. Sem êxito na recuperação de Jorge, e com uma parte do império crendo no Deus de Jorge, o imperador mandou-o a degola. Sua morte aconteceu no dia 23 de Abril de 303.
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