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	<title>Arte de Pensar! &#187; Pensamentos</title>
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	<description>Pensar é uma arte; Se expressar faz parte! Participe! Comente!</description>
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		<title>Fases da Vida</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
No post anterior eu falei algumas coisas que eu tinha na cabeça quando um dia, estava com minha tia num ônibus, e ela comentou que uma outra tia minha tinha visto meu pai por ai (sim, eu não moro com meu pai). Então ela me perguntou se eu sentia falta do meu pai.
Refleti sobre isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Fases da Vida" src="http://www.artedepensar.com.br/images/ponte.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>No post anterior eu falei algumas coisas que eu tinha na cabeça quando um dia, estava com minha tia num ônibus, e ela comentou que uma outra tia minha tinha visto meu pai por ai (sim, eu não moro com meu pai). Então ela me perguntou se eu sentia falta do meu pai.</p>
<p>Refleti sobre isso durante um tempo até que cheguei a post anterior, mas mais do que isso, também criei uma pequena historinha que relaciona as fases da nossa vida em que passamos um aperto e sobre como saímos delas.</p>
<p>Existem algumas fases da nossa vida que se parecem com uma ponte&#8230;</p>
<p>Estamos sempre passando por alguns desafios durante a vida, e algumas vezes, aparecem alguns desafios que nos fazem pensar. São algumas fases que nos exigem todas as forças&#8230;</p>
<p>É como se estivéssemos atravessando uma floresta e do nada aparece um ponte a nossa frente. Uma ponte bamba, bem fina, que não mostra nenhum sinal de firmeza. Logo de cara a gente se assusta, e tenta olhar para trás, para o passado, mas ele está escuro, não há como voltar para a floresta, ou não há como voltar no tempo, para corrigir o caminho que tomamos e assim, talvez não chegar a essa ponte. Então, como susto da ponte repentina, ou da dor repentina, a gente senta e chora. Mas mesmo chorando a ponto não apresenta nenhuma reação ou nenhum sinal de que vai mudar. Apenas continua ali, bambeando e rangendo de um lado para o outro vagarosamente.</p>
<p>Olhamos para trás novamente, e tudo continua escuro. Mas você pára e ouve o que vem da escuridão. É a voz da Experiência. Ouvimos tudo o que já passamos, outras problemas que já foram superados, todas as alegrias, as tristezas, os amigos, os valores, tudo isso é dito pela escuridão. Então a experiência vem e mostra tudo o que você já passou. Mostra que você é mais do que aquilo tudo e então faz uma reforma na ponte a sua frente. A deixa mais firme e coloca cordas guia dos lados.</p>
<p>Então, quando já temos uma ponte mais segura e as nossas experiências dando força, nos levantamos e colocamos a mão em nosso problema ou na ponte. Mas ainda falta superar o medo de altura, ou o medo de errar em nossas decisões a partir daqui. Nossa experiência mostra que passado não foi em vão, mas não nos mostra como prever o futuro, prever o que vai acontecer ao tomar essa decisão, e é nessas horas que temos que ter fé. Seja em sua religião ou em você mesmo, mas temos que nos apegar a algo que está ali, do outro lado da ponte, na continuação da floresta da vida.</p>
<p>Colocamos o primeiro pé na ponte e então caminhamos, sem olhar para baixo, nos focando no que está por vir. A experiência nos apoiando, ao lado, até que depois do que pareciam séculos, pisamos em terra firme. Damos mais alguns passos para ter certeza, e então, instintivamente olhamos para trás em busca da ponte, mas ela já se juntou ao passado escuro de antes.</p>
<p>Sempre achamos que os novos problemas são maiores que os anteriores, mas não é verdade. Cada problema é difícil para aquele momento em que você está. Tudo o que passamos, todas as pontes que conseguimos superar, nos serve como experiência para as próximas pontes. Nossos amigos, família, valores, tudo, tudo ajuda nessas horas.</p>
<p>Algumas vezes é mais difícil ultrapassar esses desafios, principalmente quando não temos uma base para isso (quando temos menos convivência com nossos pais, por exemplo, como no post anterior), mas nunca é impossível.</p>
<p>Espero que gostem, e comentem!<br />
C&#8217;ya.</p>
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		<title>Evolução Cultural!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 15:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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Hoje tive uma Luz! (aushasuas)
É sério&#8230; Hoje, vindo do metrô até o trabalho percebi algumas coisas que ainda não tinha percebido. Na verdade já tinha percebido, mas comecei a tirar conclusões que faziam sentido e que até podem dar certo! E isso me deixou muito contente, porque pode ser um sinal de alguma melhora no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Cultura!" src="http://www.artedepensar.com.br/images/teatro.jpg" alt="" width="227" height="243" /></p>
<p>Hoje tive uma Luz! (aushasuas)</p>
<p>É sério&#8230; Hoje, vindo do metrô até o trabalho percebi algumas coisas que ainda não tinha percebido. Na verdade já tinha percebido, mas comecei a tirar conclusões que faziam sentido e que até podem dar certo! E isso me deixou muito contente, porque pode ser um sinal de alguma melhora no nosso modo de vida, convivência entre outros fatores.</p>
<p>Para quem não sabe, sou de São Paulo, e aqui é um formigueiro de gente por todos os lados, ainda mais no Centro, onde eu trabalho. Saindo do metrô, fiz o caminho que sempre fiz, e como sempre, muita gente. Mas naquele momento me pareceu que havia mais gente ainda. Gente de todo tipo, de todos os estilos e alguns aglomerados de pessoas vendo o que os astros da rua estavam fazendo. Eis que percebi um grupo maior do que os grupos de custume e resolvi andar mais devegar para ver o que estava pegando. Era um grupo de teatro. E o que que tem? Bom, além dos repentistas de rua, as estátuas humanas que ficam horas e horas de pé, entre outros, dessa vez era algo realmente diferente. Ao mesmo tempo que em que a peça rolava, eles interagiam com o público, que de todas as idades, se juntavam para prestigiar.</p>
<p>Isso é cultura popular. Já que o popular não vai a cultura, a cultura vem a ele, pois vontade de conhecer não falta e isso é fato, o que falta é oportunidade.</p>
<p>Posso estar exagerando e fazer Darwin remoer em seu túmulo, mas creio que estamos no início de uma nova fase do crescimento intelectual humano.</p>
<p>Em São Paulo, por exemplo, a grande maioria dos locais e ruas já tem acesso para deficientes visuais, com marcações em relevo nas calçadas, calçadas rebaixadas e corredores alternativos sem escadas para acesso ao metrô. Vendo as pessoas não rua não são mais tão visíveis as diferenças sociais. Digo, em relação a classes médias e classes &#8220;altas&#8221;, sabe? Quem acorda cedo, pega ônibus lotado, metrô lotado e tudo mais, não se veste ou se porta pior de quem chega com seu carro do ano no trabalho. As vezes um funcionário se veste melhor que seu chefe! A diferença é que as roupas que o chefe usam são mais caras, mas aquela &#8220;cultura&#8221; necessário para se ter bom gosto está se expandindo a todas as classes.</p>
<p>Talvez o ser humano deva estar se acostumando com o que não se pode mudar imediatamente, e se adaptando, aos poucos, a minoria ou maioria. E de uma forma surpreendente, pois ainda que existem preconceitos, as reclamações vem diminuindo, pois com a luta dessas minorias e maioras, o mundo se rendeu e o ser humano está partindo para uma nova evolução.</p>
<p>A maioria pobre está conseguindo o seu espaço na cultura, que é na minha opinião o mais importante, e as minorias, como os deficientes, estão cada vez mais confortáveis em suas cidades. Não flao apenas de São Paulo, mas do Brasil. Do mundo, porque não. Creio que seja uma questão de tempo.</p>
<p>Outro ponto dessa evolução é a curiosidade e a vontade da juventude com a cultura, mas isso já é um outro post.</p>
<p>Espero que nada interrompa nossa evolução e que daqui a alguns anos o mundo possa ser mais humano.</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<title>Vida Surreal</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/vida-surreal</link>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 15:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já perceberam o surrealismo da vida? Ás vezes você se pega imaginando o porquê de estar vivo, ou o de onde veio essa cadeira que estou sentado, ou como surgiu a idéia de criarem uma tela com luz que conseguisse mostrar tudo que fosse digitado&#8230; É estranho, mas é verdade.
Pensamentos corriqueiros assim são comuns em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já perceberam o <strong>surrealismo</strong> da vida? Ás vezes você se pega imaginando o porquê de estar vivo, ou o de onde veio essa cadeira que estou sentado, ou como surgiu a idéia de criarem uma tela com luz que conseguisse mostrar tudo que fosse digitado&#8230; É estranho, mas é verdade.</p>
<p>Pensamentos corriqueiros assim são comuns em todas as pessoas, as vezes parecemos estar em alpha, quase que totalmente compenetrados em um objeto. Tão compenetrados que parecemos fazer parte dele, tão íntimos que ás vezes pensamos conseguir sentí-lo, mas algo tira nossa atenção e o objeto se torna uma objeto novamente. É um sentimento único, de leveza e de concentração.</p>
<p>Ás vezes acontece a mesma coisa quando se está trabalhando, ou mesmo, postando em seu blog, assistindo a um filme,  o mundo ao seu redor some, e você ouve apenas o teclar de seus dedos e a sua própria voz falando com você mesmo, como se somente você no mundo se entendesse. Um momento de sublime concentração, que ao soar de qualquer coisa, pode te tirar desse profundo momento. É um momento tão delicado, que você esquece quem é você, e apenas vai cuspindo pensamentos, criando e especulando sobre tudo, tentando remoer em seu cérebro alguma resposta, uma espécia de CTRL+F cerebral. Tudo passa tão rápido que ao acordar desse momento, você não consegue imaginar quanto tempo perdeu em seus próprios devaneios. E isso é ótimo.</p>
<p>Pode parecer loucura, mas é verdade.</p>
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		<title>Quem foi Nietzsche?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 20:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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Nietzsche. Sim, são 5 consoantes.


Quem se lembra daquela chamadinha da peça &#8220;Quando Nietzsche chorou&#8221; que passava no SBT durante a tarde? É&#8230; Não é o Cassio Scapin e o elenco da peça que conheciam esse cara. Ele foi e ainda é uma grande fonte de pensamentos, teorias e discussões sobre o quesito vida e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Nietzsche" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/imagens/nietz.jpg" alt="Nietzsche. Sim, são 5 consoantes." width="224" height="281" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Nietzsche. Sim, são 5 consoantes.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem se lembra daquela chamadinha da peça &#8220;Quando Nietzsche chorou&#8221; que passava no SBT durante a tarde? É&#8230; Não é o Cassio Scapin e o elenco da peça que conheciam esse cara. Ele foi e ainda é uma grande fonte de pensamentos, teorias e discussões sobre o quesito vida e a filosofia em geral. Para quem não conhece o cara, vou apresetar-lo, pra quem já conhece, deixem mais informações legais e relevantes nos comentários!</p>
<p>Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu na alemanha em meados de Outubro de 1844, era criado por seu Pai, que era pastor e sempre foi orientado quanto as questões teológicas, porém elas entraram em controversa quando seu Pai morreu, deixando sua fé de lado. Nietzsche era um aluno exemplar, e após sua formação sólida, se tornou professor de filosofia aos 25 anos. Em 1870 se alistou como voluntário no exército como enfermeiro na guerra franco-prussiana.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1879, o cara ficou ruim de saúde e parou de lecionar, se mudou para um lugar tranquilo e começou suas verdadeiras &#8220;viajens&#8221;. Dentre as mais importantes podemos citar &#8220;Assim falou Zaratustra&#8221; que narra as idéias de Nietzsche através de um personagem chamado Zaratustra. Temos também &#8220;A Gaia Ciência&#8221; que é uma expressão dele quanto a arte de sua época, já que a estudou e muito enquanto lecionava. Já com &#8220;Para além do bem de do mal&#8221; Nietzsche já muda de figura, entrando já no estado que encerraria sua jornada. Neste livro ele impõe todas as suas principais reflexões de forma crítica. Em &#8220;Genealogia da moral&#8221;, também uma crítica, ele descorre sobre a antropologia desde as épocas gregar até o atual momento sempre pondo sobre a mesa a questão do que é bem ou o que é mal para todos. Temos também a talvez mais conhecida obra, &#8220;O Anticristo&#8221;, que faz ácidas críticas ao cristianismo. E por fim Ecco Homo que foi escrito já em seus estados terminais de loucura onde praticamente narra sua vida. Sem contar com a teoria do Super-Homem, que seria a forma social do homem perfeito na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nietzsche morreu em 1900 por conta de várias crises de loucuras. Dizem que tenha pego cancêr um no cérebro proveninente de sífilis.</p>
<p style="text-align: justify;">E porque raios ele chorou?</p>
<p style="text-align: justify;">Ele chorou porquê o psicanalista Irvin D. Yalom quis! Quando Nietzsche chorou é um livro escrito 1992 que mistura a filosofia com a psicologia. O livro narra um encontro de mentirinha entre Josef Breuer, Friedrich Nietzsche e Sigmund Freud. Breuer é um médico renomado que cria uma técnica de tratamento pscilógico chamado &#8220;Terapia da Conversa&#8221;. Nietzsche, que é depressivo, inicia uma terapia com Breuer que durante as conversas vão trocando os papéis e os problema de Breuer vão sendo resolvidos com o entendimento da filosofia e Nietzsche melhora quando compreende o mundo da forma que Breur mostra, conseguindo chorar. Esse livro já tem um filme e algumas peças de teatro!</p>
<p style="text-align: justify;">Alguma frases famosas do cara:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na Escola Bélica da Vida — O que não me faz morrer me torna mais forte&#8221;.<br />
&#8220;Sem música a vida seria um erro&#8221;.<br />
&#8220;O homem perde o poder quando é contagiado pelo sentimento de piedade&#8221;.<br />
&#8220;A desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos&#8221;.<br />
&#8220;És escravo? Então não podes ser amigo. És tirano? Então não podes ter amigos&#8221;.<br />
&#8220;&#8216;Bem e mal são os preconceitos de Deus&#8217;, dizia a serpente&#8221;.<br />
&#8220;A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez&#8221;.<br />
&#8220;Eu li a bíblia de capa a capa. Chamar aquele livreo de &#8216;A palavra de Deus&#8217; é um insulto a Deus. Chamar aquele livro de um guia moral é uma afronta à decência e dignidade dos povos. Chamá-lo de guia para a vida é fazer uma piada de nossa existência. E pretender que ele seja a verdade absoluta é ridicularizar e subestimar o intelecto humano&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que estão apresentados, espero que sejam amigos. =)</p>
<p style="text-align: justify;">- Nietzsche! &#8211; Saúde! (piadainfame)</p>
<p style="text-align: left;">C&#8217;ya</p>
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		<title>Dicas de Sexta!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 03:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ É dificil acreditar numa criança né? Nunca se sabe se ela está falando sério ou brincando, sem contar que a gente sempre acha que ela ainda é muito pequena para entender certas coisas.
O filme se passa em Buenos Aires, por volta da década de 1960. Valentin é um garoto de 9 anos que vive com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Valentin" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/valentin.jpg" alt="" width="263" height="387" /> É dificil acreditar numa criança né? Nunca se sabe se ela está falando sério ou brincando, sem contar que a gente sempre acha que ela ainda é muito pequena para entender certas coisas.</p>
<p>O filme se passa em Buenos Aires, por volta da década de 1960. Valentin é um garoto de 9 anos que vive com sua avó. Filho de pais separados, mora numa pacata rua e estuda num dos melhores colégios da região e passa seu tempo sonhando em se tornar astronauta.  Seu pai as vezes vem visitá-lo e seu tio também. O pai de Valentin é um namorador e a mãe de Valentin nunca foi apresentada ao garoto.</p>
<p>Entre brigas e risadas com sua avó, que perdeu o marido a pouco tempo, Valentin vai contando os detalhes de sua vida de uma visão muito mais madura do que sua idade, levando assim o telespectador a sentir uma enorme empatia pelo pequeno personagem. Com poucos amigos e a dificuldade que possui em encontrar uma boa namorada para seu pai e assim &#8220;substituir&#8221; sua mão, Valentin faz de tudo para deixar as coisas da melhor forma, está sempre desposto a ajudar, pois é assim que ele se sente feliz, quando tudo está bem.</p>
<p>Um belo filme Argentino que com certeza emociona e muda o dia de quem assistir. Mostra como a vida pode ser difícil até para uma criança, que em tese, não teria que se preocupar com tantas coisas. No final do filme você se sente como Valentin, e consegue compreender que as responsabilidades e as preocupações mudam mas sempre com o mesmo peso. A maturidade do garoto deixa claro que é possível sonhar e ser feliz mesmo diante das mais corriqueiras dificuldades.</p>
<p>Para quem gosta de filmes contados por seus personagens principais, como o famoso Amélie Poulin, é um prato cheio. Uma bela obra do diretor Alejandro Agresti (que até participa como ator, representando o pai de Valentin) e o pequeno Rodrigo Noya o grande Valentin. Recomendo!</p>
<p>Obs: Dica postada no sábado as 00:41&#8230; Ah, me dêem um crédito, vai! =)</p>
<p>C&#8217;ya.</p>
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		<title>Êhh! Oh oh! Vida de Gado!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 21:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm&#8230; Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Admirável Mundo Novo" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/amn.jpg" alt="" width="261" height="362" />O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm&#8230; Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.</p>
<p>É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.</p>
<p>A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.</p>
<p>Complexo? Nem tanto&#8230;</p>
<p>É criado um perfil de ser humano para cada casta.<br />
Após o nascimento, a criança é ensinada sobre o que é bom ou mal, da forma mais rígida possível. E acreditem, as formas são realmente rígidas, para que a criança não esqueçam nunca mais.<br />
Em seguida, você estuda com os outros de sua casta e aprende sobre como as crianças são criadas! Não o conceito de família. Ninguém tem pai e ninguém tem mãe, são todos &#8220;irmãos&#8221;.<br />
Você cresce, arranja um emprego disponível para sua casta (membros de outras castas não teriam conhecimento suficiente para fazer o trabalho das castas mais altas) e vive feliz!<br />
Lá, as mulheres escolhem os homens, e o sexo é totalmente sem compromisso. Ter filhos é um ato quase que criminoso.<br />
E quando a coisa apertar? Você ficar triste, sem família e amigos pra te ajudar? É só tomar um remédinho, sem efeitos colaterais, que simplesmente te deixa feliz!</p>
<p>Não existem assaltos, drogas, violência, doenças; A sociedade é totalmente auto-sustentável, não existem pessoas que reclamam do trabalho. Os mais pobres e os ricos vivem em harmonia e ninguém sem mete na vida do outro, é um admirável mundo novo, realmente.</p>
<p>Além dessa loucura socio-economo-biologo-psicológica, existe o romance que categoriza o livro e a tentativa do personagem principal em mostrar a realidade aos seus perfeitos conterrâneos.</p>
<p>O livro inspirou principalmente o mundo da música. Aqui no Brasil, &#8220;Admirável Gado Novo &#8211; Zé Ramalho&#8221; (sentido do título:  On)  e &#8220;Admirável Chip Novo &#8211; Pitty&#8221; tem inspiração no livro, além da música titulo do álbum &#8220;Brave</p>
<p>Uma ótima leitura! É um livro rápido e direto com leitura fácil, deixando os anos 30 do século passado mais próximos do que nunca e vice-versa. Boa leitura!</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<item>
		<title>O que é Pecado?</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/115</link>
		<comments>http://www.artedepensar.com.br/blog/115#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado
:: Atenção::
O texto abaixo tratará de assuntos polêmicos e poderá ser ofensivo. Comentem sobre o texto, e deêm suas opiniões. Caso não concordem, comentem os pontos divergentes e adicionem idéias.
Expressem-se!
O que é pecado:
&#8220;O pecado é descrito na Bíblia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img title="Os sete pecados" src="http://artedepensar.com.br/blog/wp-content/7pecados.jpg" alt="Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado" width="300" height="296" /><p class="wp-caption-text">Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado</p></div>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">:: Atenção::</span></strong><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">O texto abaixo tratará de assuntos polêmicos e poderá ser ofensivo. Comentem sobre o texto, e deêm suas opiniões. Caso não concordem, comentem os pontos divergentes e adicionem idéias.</span></strong><span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span><br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Expressem-se!</strong></span></p>
<p>O que é pecado:</p>
<p>&#8220;O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).&#8221;</p>
<p>No dicionário: &#8220;s.m. Religião Transgressão da lei de Deus ou dos mandamentos da Igreja.&#8221;</p>
<p>É amigos! Sempre quando falamos de pecado pensamos em espiritualidade. E não é pra menos, pois é sempre assim que vimos e ouvimos falar deles. Deus, na Bíblica, define o que é o pecado, porém não aponta quais são e suas respectivas importâncias. A seguir, vamos levar em paralelo o pecado religioso com o pecado socialmente falando.</p>
<p>Cada religião, baseada na bíblia, tem sua concepção de pecado. Porém a Católica criou uma perspectiva mais analítica, apontando 3 níveis:</p>
<p>Original: &#8220;a natureza humana [...] fica [...] submetida à ignorância, ao sofrimento, ao poder da morte, e inclinada ao pecado&#8221;. (Adão e Eva brincam por lá, e a gente se fode por aqui&#8230;)<br />
Mortal: Quando o cara faz porque quer, mesmo sabendo que é feio!<br />
Venial: Quando o cara faz sem querer.</p>
<p>Dentro dos 3 níveis podem ser cometidos vários tipos de pecados, porém, foram escolhidos alguns para serem os mais fodeedos! Os outros são perdoáveis&#8230; Mas Os Pecados Capitais&#8230; Aaah filhão! Tem que ser punido!</p>
<p>A primeira lista era assim (do menor pro maior):</p>
<p>1. Gula<br />
2. Avareza<br />
3. Luxúria<br />
4. Ira<br />
5. Melancolia<br />
6. Acedia (ou Preguiça Espiritual)<br />
7. Vaidade<br />
8. Orgulho</p>
<p>Depois veio um otro carinha, e deu um tapa na lista, arredondou o bagulho jutando a Vaidade no Orgulho, Acedia em Melancolia e deixou assim (maior pro menor):</p>
<p>1. Orgulho;<br />
2. Inveja;<br />
3. Ira;<br />
4. Melancolia;<br />
5. Avareza;<br />
6. Gula;<br />
7. Luxúria;</p>
<p>Aaai então, Tomás de Aquino e mais alguns teólogos, repaginaram mais uma vez os pecados capitais e mandaram os 7 atuais (maior para menor):</p>
<p>1. Vaidade;<br />
2. Inveja;<br />
3. Ira;<br />
4. Preguiça;<br />
5. Avareza;<br />
6. Gula;<br />
7. Luxúria;</p>
<p>Pronto, quem fizer um desses aí, tem que ajoelhar no milho.</p>
<p>Além dos pecados capitais, que não estão no livro sagrado, existem os 10 Mandamentos! Que também são pecados, na raiz da coisa, né.</p>
<p>Maaas, se percebemos bem, os 10 mandamentos só são transgredidos quando estamos submetidos a algum dos 7 pecados capitais (Tirando as conversinhas moles de &#8220;não criarás outro ídolo, não tomarás o nome de Deus em vão e cia). Se você tem inveja, sua probabilidade de roubar, matar, dáunspéga na mulher do próximo, e etc, é muito maior. Cheguei a seguinte conclusão:</p>
<p>Os pecados capitais são os Estados de Espírito; Os 10 Mandamentos são os Atos pecamisos.</p>
<p>Mas o que gera esses estados de espírito? O que faz você ser preguiçoso, avarento ou glutão?</p>
<p>Os satanistas tem em sua concepção os seguintes &#8220;pecados&#8221;:</p>
<p>1. Estupidez: Agir sem pensar.<br />
2. Auto-ilusão: Vida sob cabresto.<br />
3. Abstinência: Impor limites a si próprio.<br />
4. Compulsão: Hobbie que vira vício.<br />
5. Egolatria: Querer ser melhor que todos. (Pode até se comparar a Vaidade ou Soberba)<br />
6. Altruísmo: Ser &#8220;sanguessuga&#8221;.<br />
7. Piedade: Ter dó até desprezar.<br />
8. Mediocridade: Sem perspectiva; Acomodado.</p>
<p>E não estão errados! Só que, eles mudaram totalmente o conceito do pecado em si. É como se um cara invejoso fosse comum. Os pecados satanistas podem ser ocasionados, muitas vezes, por falta de cultura ou informação; Inocência; Ingenuidade. O satanismo prega que cada um é seu próprio Deus, e para que isso seja levado em conta diariamente, é necessário que a pessoa tenha um conhecimento do mundo, para que não seja alienado. Nessa caso deviam chamar de no máximo &#8220;Defeitos&#8221;, pois pecados, no sentido total da coisa não é.</p>
<p>Social e religiosamente falando, o que é pecado então? O que simbolizaria o pecado para nós hoje em dia?</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<title>Run, Forrest, Run!</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/run-forrest-run</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 23:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Sexta]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Título do post indica o que o quase altista simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.
Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem &#8220;original&#8221; que ele traz.
O início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Forrest Gump - O Contador de Histórias" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/forrest.jpg" alt="" width="245" height="350" /></p>
<p>O Título do post indica o que o <span style="text-decoration: line-through;">quase altista</span> simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.</p>
<p>Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem &#8220;original&#8221; que ele traz.</p>
<p>O início é contado por ele, sentado em um banco em um ponto de ônibus, onde pessoas sentam ao seu lado, e ele inicia as conversas contando sua vida. Cada pessoa que fica ao seu lado ouvindo sua história tem uma reação diferente, deixando um ar mais comôdo a todos os espectadores, pois nunca se sabe quem está ouvindo ou como vão reagir. Alguns não dão atenção, outros se irritam com as histórias contadas outras acreditam e até apoiam, assim como os que assistem.</p>
<p>Dentre as histórias contadas por Forrest, podemos citar que, quando tinha uma mal jeito nas pernas, ensinou a Elvis Presley (que esteve hospedado na casa da mãe de Forrest) o famoso gingado na cintura. Forret também cumprimentou o Presidente Kennedy quando foi convocado à seleção universitária de Futebol Americano. Também é legal lembrar de como foi ao vietnã, salvou vários de seus companheiros e foi condecorado com uma medalha de honra. Ou até mesmo quando Gump, numa entrevista ao programa de Dick Cavett com participação de John Lennon, inspira o cantor a compor Imagine.</p>
<p>Com sua simplicidade e ingenuidade, Gump fica rico, atravessa o país correndo, encontra-se com seu amor Jenny o filho deles, Forrest Gump Jr (que diferente do pai é muito inteligente) &#8211; o garoto é interpretado por Haley Joel Osment de O Sexto Sentido e A.I. Inteligência Artificial &#8211; antes da morte de Jenny.</p>
<p>Os primeiros minutos do filme fazem você pensar que Forrest é apenas um louco mentiroso, porém aos poucos, você se envolve com o enredo e se deixa levar, assim como Forrest levava a sua vida: &#8220;A vida é uma pena carregada pelo vento&#8221;. Essa frase mostra o que o filme diz. Simples, maduro, ingênuo e muito bom. Além dessa, Forrest também dizia que sua mãe sempre falava que &#8220;a vida é como uma caixinha de bombons, nunca se sabe o que vai encontrar&#8221; entre outras.</p>
<p>Forrest interpretava o mundo de outra forma, e o ganhou por isso. Essa façanha só foi possível graças a sua ingenuidade e sinceridade. Forrest só foi ele mesmo o tempo todo.</p>
<p>Bom, Forrest Gump &#8211; O contador de Histórias é um ótimo filme para quem gosta de refletir enquanto lambe o sal da pipoca dos dedos. É um clássico e faz jus aos 6 Oscars ganhos dos 13 ao quais foi indicado.</p>
<p>Assistam, vale a pena. E para encerrar uma outra frase dita por ele: &#8220;Posso não ser inteligente; Mas sei o que é amar&#8221;.</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<title>TeXtículo</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/texticulo</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 22:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

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		<description><![CDATA[Viagem de buzão dá nisso. Textinho criado por mim da sé até o Terminal Santo Amaro (São Paulo, SP):
O relato de alguém que agora sorri de Oeste a Leste por ter saído da linha vermelha da conta bancária:
Eu tava numa Barra, bicho. Mas era uma Barra Funda!Não dáva, nem Marechal Deodoro podia me ajudar. Rezei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viagem de buzão dá nisso. Textinho criado por mim da sé até o Terminal Santo Amaro (São Paulo, SP):</p>
<p>O relato de alguém que agora sorri de Oeste a Leste por ter saído da linha vermelha da conta bancária:</p>
<p>Eu tava numa Barra, bicho. Mas era uma Barra Funda!<br />Não dáva, nem Marechal Deodoro podia me ajudar. Rezei até pra Santa Cecília.<br />Falei até com o Presidente da República! Mas não deu.<br />Tive que apelar. Fui até à tribo Anhangabaú e o pajé me deu perda total.<br />Fui até a Catedral da Sé, e o padre me deu uma missão. Chegar à Terra prometida!<br />Me senti Pedro II&#8230; Como diria minha vó, &#8216;ia morrer no Brás&#8217;.<br />No caminho, pisei na Bresser de um cachorro&#8230; Olha, eu estava literalmente na Móoca.<br />Mass enfim cheguei a terra de Jesus, Belém!<br />Chegando lá já avistei vários milagres. Tinha cachorro de patins, gato de bicicleta, Tatuapé, tinha de um tudo!<br />Já sentindo os efeitos da benção, minha carteira se encheu de dinheiro, até um Carrão apareceu na minha frente.<br />Acho que Jesus teve Penha de mim&#8230;<br />Bom, comprei minha casa na Vila Matilde! É como dizem, a Guilhermina-Esperança é a última que morre!<br />Me sentia um Patriarca.<br />Contei essa história para meu amigo Artur Alvim&#8230; Ele disse:<br />- É mentira! Isso não aconteceu nem aqui, nem em Itaquera!</p>
<p>=)</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<title>Confusão interna; Confissão externa</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/confusao-interna-confissao-externa</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 19:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[confissão]]></category>
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		<description><![CDATA[Chega até ser engraçado&#8230;
Não muito, mais é. É um sentimento engraçado&#8230;
Uma vontade enorme de que aconteça, mas ao mesmo tempo, aquela consciência maior ainda de que não pode acontecer, saca?
Não sei se sou eu que não tô preparado. Mas é díficil.
Maaas, eu tô tranquilo, por enquanto. Não é questão para desespero. Acontece com tantos, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega até ser engraçado&#8230;</p>
<p>Não muito, mais é. É um sentimento engraçado&#8230;</p>
<p>Uma vontade enorme de que aconteça, mas ao mesmo tempo, aquela consciência maior ainda de que não pode acontecer, saca?</p>
<p>Não sei se sou eu que não tô preparado. Mas é díficil.</p>
<p>Maaas, eu tô tranquilo, por enquanto. Não é questão para desespero. Acontece com tantos, pode acontecer com qualquer um. Mas não agora, por favor.</p>
<p>Não vai, na verdade, eu sei que não. Não pode. Eu sinto que não vai ser dessa vez, mas mesmo assim da aquela anciedadezinha marota&#8230;</p>
<p>E eu não fui um cara tão mau assim&#8230; Não mereço&#8230; =</p>
<p>Não que seja uma coisa ruim, mas não, agora não.</p>
<p>Só pra completar o posta anterior: Ouçam Chopin!</p>
]]></content:encoded>
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