Posts Tagged “Pensamentos”

No post anterior eu falei algumas coisas que eu tinha na cabeça quando um dia, estava com minha tia num ônibus, e ela comentou que uma outra tia minha tinha visto meu pai por ai (sim, eu não moro com meu pai). Então ela me perguntou se eu sentia falta do meu pai.

Refleti sobre isso durante um tempo até que cheguei a post anterior, mas mais do que isso, também criei uma pequena historinha que relaciona as fases da nossa vida em que passamos um aperto e sobre como saímos delas.

Existem algumas fases da nossa vida que se parecem com uma ponte…

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Hoje tive uma Luz! (aushasuas)

É sério… Hoje, vindo do metrô até o trabalho percebi algumas coisas que ainda não tinha percebido. Na verdade já tinha percebido, mas comecei a tirar conclusões que faziam sentido e que até podem dar certo! E isso me deixou muito contente, porque pode ser um sinal de alguma melhora no nosso modo de vida, convivência entre outros fatores.

Para quem não sabe, sou de São Paulo, e aqui é um formigueiro de gente por todos os lados, ainda mais no Centro, onde eu trabalho. Saindo do metrô, fiz o caminho que sempre fiz, e como sempre, muita gente. Mas naquele momento me pareceu que havia mais gente ainda. Gente de todo tipo, de todos os estilos e alguns aglomerados de pessoas vendo o que os astros da rua estavam fazendo. Eis que percebi um grupo maior do que os grupos de custume e resolvi andar mais devegar para ver o que estava pegando. Era um grupo de teatro. E o que que tem? Bom, além dos repentistas de rua, as estátuas humanas que ficam horas e horas de pé, entre outros, dessa vez era algo realmente diferente. Ao mesmo tempo que em que a peça rolava, eles interagiam com o público, que de todas as idades, se juntavam para prestigiar.

Isso é cultura popular. Já que o popular não vai a cultura, a cultura vem a ele, pois vontade de conhecer não falta e isso é fato, o que falta é oportunidade.

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Já perceberam o surrealismo da vida? Ás vezes você se pega imaginando o porquê de estar vivo, ou o de onde veio essa cadeira que estou sentado, ou como surgiu a idéia de criarem uma tela com luz que conseguisse mostrar tudo que fosse digitado… É estranho, mas é verdade.

Pensamentos corriqueiros assim são comuns em todas as pessoas, as vezes parecemos estar em alpha, quase que totalmente compenetrados em um objeto. Tão compenetrados que parecemos fazer parte dele, tão íntimos que ás vezes pensamos conseguir sentí-lo, mas algo tira nossa atenção e o objeto se torna uma objeto novamente. É um sentimento único, de leveza e de concentração.

Ás vezes acontece a mesma coisa quando se está trabalhando, ou mesmo, postando em seu blog, assistindo a um filme,  o mundo ao seu redor some, e você ouve apenas o teclar de seus dedos e a sua própria voz falando com você mesmo, como se somente você no mundo se entendesse. Um momento de sublime concentração, que ao soar de qualquer coisa, pode te tirar desse profundo momento. É um momento tão delicado, que você esquece quem é você, e apenas vai cuspindo pensamentos, criando e especulando sobre tudo, tentando remoer em seu cérebro alguma resposta, uma espécia de CTRL+F cerebral. Tudo passa tão rápido que ao acordar desse momento, você não consegue imaginar quanto tempo perdeu em seus próprios devaneios. E isso é ótimo.

Pode parecer loucura, mas é verdade.

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Nietzsche. Sim, são 5 consoantes.
Nietzsche. Sim, são 5 consoantes.

Quem se lembra daquela chamadinha da peça “Quando Nietzsche chorou” que passava no SBT durante a tarde? É… Não é o Cassio Scapin e o elenco da peça que conheciam esse cara. Ele foi e ainda é uma grande fonte de pensamentos, teorias e discussões sobre o quesito vida e a filosofia em geral. Para quem não conhece o cara, vou apresetar-lo, pra quem já conhece, deixem mais informações legais e relevantes nos comentários!
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 É dificil acreditar numa criança né? Nunca se sabe se ela está falando sério ou brincando, sem contar que a gente sempre acha que ela ainda é muito pequena para entender certas coisas.

O filme se passa em Buenos Aires, por volta da década de 1960. Valentin é um garoto de 9 anos que vive com sua avó. Filho de pais separados, mora numa pacata rua e estuda num dos melhores colégios da região e passa seu tempo sonhando em se tornar astronauta.  Seu pai as vezes vem visitá-lo e seu tio também. O pai de Valentin é um namorador e a mãe de Valentin nunca foi apresentada ao garoto.

Entre brigas e risadas com sua avó, que perdeu o marido a pouco tempo, Valentin vai contando os detalhes de sua vida de uma visão muito mais madura do que sua idade, levando assim o telespectador a sentir uma enorme empatia pelo pequeno personagem. Com poucos amigos e a dificuldade que possui em encontrar uma boa namorada para seu pai e assim “substituir” sua mão, Valentin faz de tudo para deixar as coisas da melhor forma, está sempre desposto a ajudar, pois é assim que ele se sente feliz, quando tudo está bem.

Um belo filme Argentino que com certeza emociona e muda o dia de quem assistir. Mostra como a vida pode ser difícil até para uma criança, que em tese, não teria que se preocupar com tantas coisas. No final do filme você se sente como Valentin, e consegue compreender que as responsabilidades e as preocupações mudam mas sempre com o mesmo peso. A maturidade do garoto deixa claro que é possível sonhar e ser feliz mesmo diante das mais corriqueiras dificuldades.

Para quem gosta de filmes contados por seus personagens principais, como o famoso Amélie Poulin, é um prato cheio. Uma bela obra do diretor Alejandro Agresti (que até participa como ator, representando o pai de Valentin) e o pequeno Rodrigo Noya o grande Valentin. Recomendo!

Obs: Dica postada no sábado as 00:41… Ah, me dêem um crédito, vai! =)

C’ya.

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O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm… Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.

É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.

A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.

Complexo? Nem tanto…

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Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado

Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado

:: Atenção::
O texto abaixo tratará de assuntos polêmicos e poderá ser ofensivo. Comentem sobre o texto, e deêm suas opiniões. Caso não concordem, comentem os pontos divergentes e adicionem idéias.
Expressem-se!

O que é pecado:

“O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).”

No dicionário: “s.m. Religião Transgressão da lei de Deus ou dos mandamentos da Igreja.”

É amigos! Sempre quando falamos de pecado pensamos em espiritualidade. E não é pra menos, pois é sempre assim que vimos e ouvimos falar deles. Deus, na Bíblica, define o que é o pecado, porém não aponta quais são e suas respectivas importâncias. A seguir, vamos levar em paralelo o pecado religioso com o pecado socialmente falando.

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O Título do post indica o que o quase altista simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump – O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.

Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem “original” que ele traz.

O início é contado por ele, sentado em um banco em um ponto de ônibus, onde pessoas sentam ao seu lado, e ele inicia as conversas contando sua vida. Cada pessoa que fica ao seu lado ouvindo sua história tem uma reação diferente, deixando um ar mais comôdo a todos os espectadores, pois nunca se sabe quem está ouvindo ou como vão reagir. Alguns não dão atenção, outros se irritam com as histórias contadas outras acreditam e até apoiam, assim como os que assistem.

Dentre as histórias contadas por Forrest, podemos citar que, quando tinha uma mal jeito nas pernas, ensinou a Elvis Presley (que esteve hospedado na casa da mãe de Forrest) o famoso gingado na cintura. Forret também cumprimentou o Presidente Kennedy quando foi convocado à seleção universitária de Futebol Americano. Também é legal lembrar de como foi ao vietnã, salvou vários de seus companheiros e foi condecorado com uma medalha de honra. Ou até mesmo quando Gump, numa entrevista ao programa de Dick Cavett com participação de John Lennon, inspira o cantor a compor Imagine.

Com sua simplicidade e ingenuidade, Gump fica rico, atravessa o país correndo, encontra-se com seu amor Jenny o filho deles, Forrest Gump Jr (que diferente do pai é muito inteligente) – o garoto é interpretado por Haley Joel Osment de O Sexto Sentido e A.I. Inteligência Artificial – antes da morte de Jenny.

Os primeiros minutos do filme fazem você pensar que Forrest é apenas um louco mentiroso, porém aos poucos, você se envolve com o enredo e se deixa levar, assim como Forrest levava a sua vida: “A vida é uma pena carregada pelo vento”. Essa frase mostra o que o filme diz. Simples, maduro, ingênuo e muito bom. Além dessa, Forrest também dizia que sua mãe sempre falava que “a vida é como uma caixinha de bombons, nunca se sabe o que vai encontrar” entre outras.

Forrest interpretava o mundo de outra forma, e o ganhou por isso. Essa façanha só foi possível graças a sua ingenuidade e sinceridade. Forrest só foi ele mesmo o tempo todo.

Bom, Forrest Gump – O contador de Histórias é um ótimo filme para quem gosta de refletir enquanto lambe o sal da pipoca dos dedos. É um clássico e faz jus aos 6 Oscars ganhos dos 13 ao quais foi indicado.

Assistam, vale a pena. E para encerrar uma outra frase dita por ele: “Posso não ser inteligente; Mas sei o que é amar”.

C’ya

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Viagem de buzão dá nisso. Textinho criado por mim da sé até o Terminal Santo Amaro (São Paulo, SP):

O relato de alguém que agora sorri de Oeste a Leste por ter saído da linha vermelha da conta bancária:

Eu tava numa Barra, bicho. Mas era uma Barra Funda!
Não dáva, nem Marechal Deodoro podia me ajudar. Rezei até pra Santa Cecília.
Falei até com o Presidente da República! Mas não deu.
Tive que apelar. Fui até à tribo Anhangabaú e o pajé me deu perda total.
Fui até a Catedral da Sé, e o padre me deu uma missão. Chegar à Terra prometida!
Me senti Pedro II… Como diria minha vó, ‘ia morrer no Brás’.
No caminho, pisei na Bresser de um cachorro… Olha, eu estava literalmente na Móoca.
Mass enfim cheguei a terra de Jesus, Belém!
Chegando lá já avistei vários milagres. Tinha cachorro de patins, gato de bicicleta, Tatuapé, tinha de um tudo!
Já sentindo os efeitos da benção, minha carteira se encheu de dinheiro, até um Carrão apareceu na minha frente.
Acho que Jesus teve Penha de mim…
Bom, comprei minha casa na Vila Matilde! É como dizem, a Guilhermina-Esperança é a última que morre!
Me sentia um Patriarca.
Contei essa história para meu amigo Artur Alvim… Ele disse:
- É mentira! Isso não aconteceu nem aqui, nem em Itaquera!

=)

C’ya

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Chega até ser engraçado…

Não muito, mais é. É um sentimento engraçado…

Uma vontade enorme de que aconteça, mas ao mesmo tempo, aquela consciência maior ainda de que não pode acontecer, saca?

Não sei se sou eu que não tô preparado. Mas é díficil.

Maaas, eu tô tranquilo, por enquanto. Não é questão para desespero. Acontece com tantos, pode acontecer com qualquer um. Mas não agora, por favor.

Não vai, na verdade, eu sei que não. Não pode. Eu sinto que não vai ser dessa vez, mas mesmo assim da aquela anciedadezinha marota…

E eu não fui um cara tão mau assim… Não mereço… =

Não que seja uma coisa ruim, mas não, agora não.

Só pra completar o posta anterior: Ouçam Chopin!

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