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	<title>Arte de Pensar! &#187; Dicas de Sexta</title>
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	<description>Pensar é uma arte; Se expressar faz parte! Participe! Comente!</description>
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		<title>Dicas de Sexta: Up! Altas Aventuras</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Sexta]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>
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Quando eu achava que a Pixar estava indo de mal a pior, e muito escondida na mídia, me aparece Up! Quando vi o trailer não imaginava o que estava por vir. Esperava por uma aventura infantil, com algum tom de humor americano padrão, mas fui pego de surpresa por um ótimo filme sobre valores, apego [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Up! Altas Aventuras" src="http://www.artedepensar.com.br/images/up.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Quando eu achava que a Pixar estava indo de mal a pior, e muito escondida na mídia, me aparece Up! Quando vi o trailer não imaginava o que estava por vir. Esperava por uma aventura infantil, com algum tom de humor americano padrão, mas fui pego de surpresa por um ótimo filme sobre valores, apego ao passado e nostalgia e aproveitar a vida da forma mais bonita possível.</p>
<p>Up! Altas Aventuras, te leva a um mundo que, pelo menos no contexto do filme, é aqui perto, na América do Sul, onde muitas aventuras acontecem quando duas gerações totalmente diferentes se encontram e descobram que não existem diferenças entre os eforços por algo que se quer muito!</p>
<p>O texto pode conter spoliers, então, se você não t<span style="text-decoration: line-through;">em um carro de fórmula 1</span> assisitiu o filme, leia com cuidado para não perder a magia do enredo.</p>
<p><strong>Carl Fredericksen</strong>, 78 anos, um velhote aposentado e <strong>Russell</strong>, 8 anos, um esforçado escoteiro, fazem um grande aventura por um paraíso perdido na América do Sul. Como essas gerações tão distantes e distintas podem se encontrar?</p>
<p>Os nosso protegonistas não tem poderes especiais, não são nada robóticos, não se parecem com monstros e nem são de brinquedo, são humanos com sentimentos e metas, como qualquer outro. Carl sonhava com sua esposa conseguir viajar para um paraíso perdido, e seu sonho foi interrompido pela morte dela. Já Russel quer deixar de ser um pequeno escoteiro para se tornar um grande escoteiro! A força de vontade de ambos se chocam para que cada um possa alcançar seus objetivos, e nisso o diretor Pete Docter (Monstros S.A.) foi genial, pois durante o filme você consegue acompanhar a evolução da forma em como se ajudam e se atrapalham em seus objetivos, e como estão cada vez mais perto de alcança-los, sem perceber. A ingenuidade de Russel e a forma ranzinza de Carl se constrastam e sedesenrolam de forma exepcional!</p>
<p>Claro que não poderia faltar uma batalha, e as últimas cenas do filme são dirigidas neste sentido, mas isso não exclui a magia do enrego e da história de nosso personagens. Além dos outros personagens que perseguem nossos protagonistas e preenchem o enredo com bom humor e consciência.</p>
<p>Com um final brilhante e emocionante, Up! Altas Aventuras, é uma animação e tanto!</p>
<p>Agora é aguardar para ver o que a Pixar tem para nos mostrar esse ano! E se superar, como sempre!</p>
<p>C&#8217;ya.</p>
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		<title>Êhh! Oh oh! Vida de Gado!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 21:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Sexta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[huxley]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mundo novo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm&#8230; Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Admirável Mundo Novo" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/amn.jpg" alt="" width="261" height="362" />O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm&#8230; Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.</p>
<p>É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.</p>
<p>A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.</p>
<p>Complexo? Nem tanto&#8230;</p>
<p>É criado um perfil de ser humano para cada casta.<br />
Após o nascimento, a criança é ensinada sobre o que é bom ou mal, da forma mais rígida possível. E acreditem, as formas são realmente rígidas, para que a criança não esqueçam nunca mais.<br />
Em seguida, você estuda com os outros de sua casta e aprende sobre como as crianças são criadas! Não o conceito de família. Ninguém tem pai e ninguém tem mãe, são todos &#8220;irmãos&#8221;.<br />
Você cresce, arranja um emprego disponível para sua casta (membros de outras castas não teriam conhecimento suficiente para fazer o trabalho das castas mais altas) e vive feliz!<br />
Lá, as mulheres escolhem os homens, e o sexo é totalmente sem compromisso. Ter filhos é um ato quase que criminoso.<br />
E quando a coisa apertar? Você ficar triste, sem família e amigos pra te ajudar? É só tomar um remédinho, sem efeitos colaterais, que simplesmente te deixa feliz!</p>
<p>Não existem assaltos, drogas, violência, doenças; A sociedade é totalmente auto-sustentável, não existem pessoas que reclamam do trabalho. Os mais pobres e os ricos vivem em harmonia e ninguém sem mete na vida do outro, é um admirável mundo novo, realmente.</p>
<p>Além dessa loucura socio-economo-biologo-psicológica, existe o romance que categoriza o livro e a tentativa do personagem principal em mostrar a realidade aos seus perfeitos conterrâneos.</p>
<p>O livro inspirou principalmente o mundo da música. Aqui no Brasil, &#8220;Admirável Gado Novo &#8211; Zé Ramalho&#8221; (sentido do título:  On)  e &#8220;Admirável Chip Novo &#8211; Pitty&#8221; tem inspiração no livro, além da música titulo do álbum &#8220;Brave</p>
<p>Uma ótima leitura! É um livro rápido e direto com leitura fácil, deixando os anos 30 do século passado mais próximos do que nunca e vice-versa. Boa leitura!</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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		<title>Run, Forrest, Run!</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 23:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de Sexta]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Título do post indica o que o quase altista simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.
Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem &#8220;original&#8221; que ele traz.
O início [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Forrest Gump - O Contador de Histórias" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/forrest.jpg" alt="" width="245" height="350" /></p>
<p>O Título do post indica o que o <span style="text-decoration: line-through;">quase altista</span> simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.</p>
<p>Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem &#8220;original&#8221; que ele traz.</p>
<p>O início é contado por ele, sentado em um banco em um ponto de ônibus, onde pessoas sentam ao seu lado, e ele inicia as conversas contando sua vida. Cada pessoa que fica ao seu lado ouvindo sua história tem uma reação diferente, deixando um ar mais comôdo a todos os espectadores, pois nunca se sabe quem está ouvindo ou como vão reagir. Alguns não dão atenção, outros se irritam com as histórias contadas outras acreditam e até apoiam, assim como os que assistem.</p>
<p>Dentre as histórias contadas por Forrest, podemos citar que, quando tinha uma mal jeito nas pernas, ensinou a Elvis Presley (que esteve hospedado na casa da mãe de Forrest) o famoso gingado na cintura. Forret também cumprimentou o Presidente Kennedy quando foi convocado à seleção universitária de Futebol Americano. Também é legal lembrar de como foi ao vietnã, salvou vários de seus companheiros e foi condecorado com uma medalha de honra. Ou até mesmo quando Gump, numa entrevista ao programa de Dick Cavett com participação de John Lennon, inspira o cantor a compor Imagine.</p>
<p>Com sua simplicidade e ingenuidade, Gump fica rico, atravessa o país correndo, encontra-se com seu amor Jenny o filho deles, Forrest Gump Jr (que diferente do pai é muito inteligente) &#8211; o garoto é interpretado por Haley Joel Osment de O Sexto Sentido e A.I. Inteligência Artificial &#8211; antes da morte de Jenny.</p>
<p>Os primeiros minutos do filme fazem você pensar que Forrest é apenas um louco mentiroso, porém aos poucos, você se envolve com o enredo e se deixa levar, assim como Forrest levava a sua vida: &#8220;A vida é uma pena carregada pelo vento&#8221;. Essa frase mostra o que o filme diz. Simples, maduro, ingênuo e muito bom. Além dessa, Forrest também dizia que sua mãe sempre falava que &#8220;a vida é como uma caixinha de bombons, nunca se sabe o que vai encontrar&#8221; entre outras.</p>
<p>Forrest interpretava o mundo de outra forma, e o ganhou por isso. Essa façanha só foi possível graças a sua ingenuidade e sinceridade. Forrest só foi ele mesmo o tempo todo.</p>
<p>Bom, Forrest Gump &#8211; O contador de Histórias é um ótimo filme para quem gosta de refletir enquanto lambe o sal da pipoca dos dedos. É um clássico e faz jus aos 6 Oscars ganhos dos 13 ao quais foi indicado.</p>
<p>Assistam, vale a pena. E para encerrar uma outra frase dita por ele: &#8220;Posso não ser inteligente; Mas sei o que é amar&#8221;.</p>
<p>C&#8217;ya</p>
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