Posts Tagged “Dicas de Sexta”

Quando eu achava que a Pixar estava indo de mal a pior, e muito escondida na mídia, me aparece Up! Quando vi o trailer não imaginava o que estava por vir. Esperava por uma aventura infantil, com algum tom de humor americano padrão, mas fui pego de surpresa por um ótimo filme sobre valores, apego ao passado e nostalgia e aproveitar a vida da forma mais bonita possível.

Up! Altas Aventuras, te leva a um mundo que, pelo menos no contexto do filme, é aqui perto, na América do Sul, onde muitas aventuras acontecem quando duas gerações totalmente diferentes se encontram e descobram que não existem diferenças entre os eforços por algo que se quer muito!

O texto pode conter spoliers, então, se você não tem um carro de fórmula 1 assisitiu o filme, leia com cuidado para não perder a magia do enredo.

Ler o restante »

Comments 2 comentários »

O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm… Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.

É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.

A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.

Complexo? Nem tanto…

Ler o restante »

Comments Nenhum comentário »

O Título do post indica o que o quase altista simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump – O Contador de Histórias (1994)  incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.

Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem “original” que ele traz.

O início é contado por ele, sentado em um banco em um ponto de ônibus, onde pessoas sentam ao seu lado, e ele inicia as conversas contando sua vida. Cada pessoa que fica ao seu lado ouvindo sua história tem uma reação diferente, deixando um ar mais comôdo a todos os espectadores, pois nunca se sabe quem está ouvindo ou como vão reagir. Alguns não dão atenção, outros se irritam com as histórias contadas outras acreditam e até apoiam, assim como os que assistem.

Dentre as histórias contadas por Forrest, podemos citar que, quando tinha uma mal jeito nas pernas, ensinou a Elvis Presley (que esteve hospedado na casa da mãe de Forrest) o famoso gingado na cintura. Forret também cumprimentou o Presidente Kennedy quando foi convocado à seleção universitária de Futebol Americano. Também é legal lembrar de como foi ao vietnã, salvou vários de seus companheiros e foi condecorado com uma medalha de honra. Ou até mesmo quando Gump, numa entrevista ao programa de Dick Cavett com participação de John Lennon, inspira o cantor a compor Imagine.

Com sua simplicidade e ingenuidade, Gump fica rico, atravessa o país correndo, encontra-se com seu amor Jenny o filho deles, Forrest Gump Jr (que diferente do pai é muito inteligente) – o garoto é interpretado por Haley Joel Osment de O Sexto Sentido e A.I. Inteligência Artificial – antes da morte de Jenny.

Os primeiros minutos do filme fazem você pensar que Forrest é apenas um louco mentiroso, porém aos poucos, você se envolve com o enredo e se deixa levar, assim como Forrest levava a sua vida: “A vida é uma pena carregada pelo vento”. Essa frase mostra o que o filme diz. Simples, maduro, ingênuo e muito bom. Além dessa, Forrest também dizia que sua mãe sempre falava que “a vida é como uma caixinha de bombons, nunca se sabe o que vai encontrar” entre outras.

Forrest interpretava o mundo de outra forma, e o ganhou por isso. Essa façanha só foi possível graças a sua ingenuidade e sinceridade. Forrest só foi ele mesmo o tempo todo.

Bom, Forrest Gump – O contador de Histórias é um ótimo filme para quem gosta de refletir enquanto lambe o sal da pipoca dos dedos. É um clássico e faz jus aos 6 Oscars ganhos dos 13 ao quais foi indicado.

Assistam, vale a pena. E para encerrar uma outra frase dita por ele: “Posso não ser inteligente; Mas sei o que é amar”.

C’ya

Comments Nenhum comentário »