Posts Tagged “cultura”

Agora que você já sabe porque BBB é o melhor programa da Tv, saibam porque é o pior.

Você acabou de arranjar um emprego e em seu primeiro dia, chega um cara que nunca te viu na vida e diz: ‘Ow! Você é muito falso e vive mudando de grupinho!”. Antes de bater no cara, você pensa: “Quem é esse bobo para me julgar? Ele só me viu algumas vezes passando por aqui, conversando com meus amigos e colegas. Esse trabalho me pressiona demais, mesmo…”

Quem assiste BBB julga! Sim, pois não existe forma de analisar de forma teórica o COMPORTAMENTO. E julgar quem não se conhece, é pior ainda!

A televisão hoje em dia, tem como função única entreter, certo? Errado. Dar informações, levar cultura, expor idéias, são algumas das funções BOAS da televisão.

Mas o pior cego é o que não quer enxergar.

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A falta de acesso a cultura ou a falta de vontade em procurá-la, traz no homem um dos sentimentos mais profundos e antigos: A ignorância. E digo que ignorância é um sentimento pois você sente quando é, e até sabe. Na maioria das vezes o ser humano dedica sua vida a uma forma de viver para poder culpaa um sistema, no final das contas.

Ser ignorante não é ser burro. Ser burro é gostar de ser ignorante.

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O termo Política do Pão e Circo nasceu ali na época da Roma Antiga quando Russel Crowe Gladiadores ainda existiam. Nessa época o povo se rebelava muito contra seus superiores, e o governo já não sabia mais como controlar o estado. Foi então que tiveram uma ótima idéia. Dar ao povo o que mais gostam gratuitamente! Alimento e entretenimento. Então, quase todos os dias, haviam no coliseu as famosas lutas de gladiadores e durante a apresentação sanguinária que ocorria, pão era distribuido de grátis para o povo. Isso mesmo: panem et circenses.

E hoje em dia, vocês tem notado algo semelhante aqui em Brasóvia?

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O carnaval passou e agora é só ficar com a ressaca. Todos curtiram muito o feriadão e tomaram todas, comeram de tudo, e por aí vai.

O carnaval é uma festa popular Brasileira que retrata normalmente os costumes de um local, como acontece no Recife com o frevo ou em Olinda com os bonecos dos braços cumpridos, além dos famosos carnavais de avenida com as escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Por serem festas de cultura Brasileira, nada melhor que curtir com os amigos o que o Brasil tem a oferecer. Mas nossa sociedade evoluiu, amigos e talvez agora nossos festejos culturais não sejam mais nada além de desculpa para encher a cara.
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Hoje tive uma Luz! (aushasuas)

É sério… Hoje, vindo do metrô até o trabalho percebi algumas coisas que ainda não tinha percebido. Na verdade já tinha percebido, mas comecei a tirar conclusões que faziam sentido e que até podem dar certo! E isso me deixou muito contente, porque pode ser um sinal de alguma melhora no nosso modo de vida, convivência entre outros fatores.

Para quem não sabe, sou de São Paulo, e aqui é um formigueiro de gente por todos os lados, ainda mais no Centro, onde eu trabalho. Saindo do metrô, fiz o caminho que sempre fiz, e como sempre, muita gente. Mas naquele momento me pareceu que havia mais gente ainda. Gente de todo tipo, de todos os estilos e alguns aglomerados de pessoas vendo o que os astros da rua estavam fazendo. Eis que percebi um grupo maior do que os grupos de custume e resolvi andar mais devegar para ver o que estava pegando. Era um grupo de teatro. E o que que tem? Bom, além dos repentistas de rua, as estátuas humanas que ficam horas e horas de pé, entre outros, dessa vez era algo realmente diferente. Ao mesmo tempo que em que a peça rolava, eles interagiam com o público, que de todas as idades, se juntavam para prestigiar.

Isso é cultura popular. Já que o popular não vai a cultura, a cultura vem a ele, pois vontade de conhecer não falta e isso é fato, o que falta é oportunidade.

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O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm… Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.

É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.

A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.

Complexo? Nem tanto…

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