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	<title>Arte de Pensar!</title>
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	<description>Pensar é uma arte; Se expressar faz parte! Participe! Comente!</description>
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		<title>Amor versus Amor</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 14:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma expressão muito conhecida, e até muito bem aceita por todos, é aquela que diz que homem é tudo igual. Homem sempre pensa só “naquilo”, é machista, não liga pros sentimentos das mulheres, prefere os amigos a esposa, enfim, infinitas opções deixam todos os homens num mesmo patamar, todos nivelados por baixo. Uma das coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Amor versus Amor" src="http://artedepensar.com.br/images/coracaocarne.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Uma expressão muito conhecida, e até muito bem aceita por todos, é aquela que diz que homem é tudo igual. Homem sempre pensa só “naquilo”, é machista, não liga pros sentimentos das mulheres, prefere os amigos a esposa, enfim, infinitas opções deixam todos os homens num mesmo patamar, todos nivelados por baixo. Uma das coisas com as quais os homens se diferem das mulheres é a questão sentimental. Mulheres agem mais com o coração, já os homens, com a cabeça (tá, eu sei no que você pensou) e tendem a considerar o amor uma simples equação matemática, onde cada número é um elemento do relacionamento, como respeito, confiança, etc. Mas, o homem não faz isso só de sacanagem, a coisa parece ser maior que isso.</p>
<p>O amor é um sentimento que prende, no final das contas. Acabamos por abrir mão de diversas coisas (e as perdemos), quando amamos, para não perder uma única coisa, nesse caso, uma única pessoa. Pessoa essa que parece aos olhos de quem ama, perfeita, ótimas qualidades, defeitos pequenos e tudo mais, mas isso num primeiro momento.</p>
<p>Quem já viveu ou vive um relacionamento demasiado sério, pode enumerar diversos e diversos pontos que diferem essa perfeição que é o amor, da vida real. Começando que é muito difícil adequar pequenos costumes. Sempre tem aquela mania que incomoda, aquele detalhe que irrita, aquele espremer de espinha, aquela perna que não para de balançar, aquele banho demorado, aquele bafo&#8230; São muitos os pontos e cada um tem suas manias que tem que, muitas vezes, abrir mão para não interferir no relacionamento. E ao mesmo tempo em que esse esforço é realizado, é sempre esperado que a outra parte faça o mesmo, o que causa mais e mais discussões, pois nunca se sabe o que é mais ou menos importante ou irritante, a minha unha do pé enorme ou a sua toalha molhada na cama.</p>
<p>Aí é que começa a diferenciar o conceito de amor da mulher e do amor para o homem. Nesses tipos de caso, a mulher tende a se dedicar mais, e a se doar mais, suportando assim uma maior parte dessas manias dos homens, que ao contrário das mulheres, luta em não perder nenhum desses detalhes tão importantes que compõe sua viril personalidade. Quando uma mulher deixa de fazer algo por seu digníssimo, as mulheres que a rodeiam normalmente aceitam, já no caso dos homens, os amigos pegam no pé, zoam o cara, chamam de pau mandado, tudo por ele ter feito uma simples mudança na sua viril personalidade.</p>
<p>Esse tipo de problema, em fazer com que o homem se sinta preso a um relacionamento, acabou tornando-se cultural. Se existe um local onde o machismo antiquado se esconde é nesse ponto. Por muitos e muitos anos, o homem da casa, o guerreiro, o mártir, teve que ir perdendo sua essência de caçador e herói, por pequenas coisas da sua viril personalidade que incomodavam as donzelas. Isso foi passando de pai pra filho a algumas gerações, e hoje em dia, grande parte das brigas são sobre saída com amigos (sem a companhia da digníssima), saída com amigas (sem pretensão alguma, claro), beber até ficar alegre, não cumprir tarefas de casa, são pequenos gestos particularmente masculinos que não são aceitos pelo homem, quando suas respectivas querem fazer o mesmo.</p>
<p>Essa herança cultural do relacionamento estável, fez com que o homem relacionasse amar com perder coisas, fruto disso, é que o homem começou a racionalizar o amor quando descobriu que a mulher tende a se doar mais, criando formas de ditar as regras do jogo, assim se a mulher aceitou jogar daquela forma, ele não tem culpa de nada. Isso fez com que a expressão ‘ficar’ aumentasse e muito, justamente porque a regra do jogo era “eu não quero namorar, mas se quiser só ficar, estamos aí”. As mulheres começaram a sair de casa já sabendo qual era a música, só dançavam conforme o ritmo.  Para o homem, essa posição é muito confortável, afinal ele não precisa dar satisfações, não precisa necessariamente se tornar um Best friend, e mantém-se na boa com os amigos, e ainda mais, ganha status por quantas ficar. Claro, isso tudo é encaixado em um conceito de uma noite apenas, mas e quando surge na mulher a vontade de passar um tempo com alguém? Nesse caso, as regras do jogo são apresentadas cara a cara. Ela sabe que é um jogo, mas se a vontade de ficar é maior que não jogar, então, qual é o problema?</p>
<p>Vale lembrar que tudo o que eu digo é baseado apenas no que eu vejo e observo. Nada disso tem embasamento psicosociobiológico e também não é A verdade, mas uma opinião baseada em MAIORIAS criadas por MIM e poderá não ser aceita  por todos.</p>
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		<title>União Homoafetiva</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 21:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[CAPÍTULO VIII: DO CONCEITO Art. 10. Duas pessoas do mesmo sexo poderão constituir união civil nos mesmos termos, condições, direitos e obrigações desta lei, excetuado o que se refere a filhos comuns e à conversão em casamento. Parágrafo único. Aplica-se, no que couber, aos companheiros homossexuais a disposição desta lei relativa ao supérstite de união [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><img class="aligncenter" title="União homoafetiva" src="http://artedepensar.com.br/images/uniaohomoefetiva.png" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p><strong><em>CAPÍTULO VIII: DO CONCEITO</em></strong></p>
<p><strong><em>Art. 10. <span style="text-decoration: underline;">Duas pessoas do mesmo sexo poderão constituir união civil nos mesmos termos, condições, direitos e obrigações desta lei, excetuado o que se refere a filhos comuns e à conversão em casamento.</span></em></strong></p>
<p><strong><em>Parágrafo único.</em></strong><em> Aplica-se, no que couber, aos companheiros homossexuais a disposição desta lei relativa ao supérstite de união familiar estável na sucessão hereditária.</em></p>
<p>Muito se falou na semana que se passou sobre o Reconhecimento da União Homoafetiva em Lei. Do ponto de vista democrático e constitucional, é lindo, bonito mesmo de ser ver. Para um país em desenvolvimento e puramente religioso, ter uma lei que reconhece a união entre pessoas do mesmo sexo, é muito importante para o crescimento social e moral dos cidadãos.</p>
<p>Não tem nada de errado em existir uma lei que reconheça a união entre homosexuais, mas não é uma lei que vai livrar o Brasil dos preconceitos, sejam eles quais forem.</p>
<p>Em uma sociedade perfeita, as pessoas são sinceras, com a mente aberta, o que as livra de preconceitos, mas infelizmente o fator humano &#8220;racional&#8221; distorce um dos conceitos mais primordiais da vida que é a busca pela felicidade. E cada um vai buscá-la de formas diferentes, ou melhor, da forma que achar melhor, resumindo: da forma que o vai fazer feliz.</p>
<p>Um psicopata pode ser feliz matando pessoas, e isso não é legal, realmente. Mas onde uma pessoa gostar de outra pessoa do mesmo sexo  nos atinge? Ou nós realmente encaramos o fato de gente ser feliz estando ao lado de alguém do mesmo sexo, do mesmo modo que encaramos alguém que mata por prazer?</p>
<p>Se livrar de um preconceito não é ter que ser obrigado a isso. Não é só porque é lei que todo mundo aceita ou respeita (vide lei seca em São Paulo). Afinal não é a lei que tem que ser respeitada, mas sim cada individuo e sua respectiva liberdade de ser quem é, quando quiser e com quem quiser. Ninguém pode julgar um sentimento sem tê-lo sentido. Tem homens que se casam com bonecas infláveis e ninguém tem preconceito com eles por serem de materiais orgânicos diferentes.</p>
<p>O respeito é algo que não é imediato, é necessário tempo entender e até mesmo se acostumar, para então se aceitar de forma natural, e essa lei vai ajudar muito nisso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="tweetbutton690" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-b8&amp;via=wuaaalce&amp;text=Uni%C3%A3o%20Homoafetiva&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Funiao-homoafetiva" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Estar Feliz</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 00:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Além de “de onde viemos” e “pra onde vamos” uma das mais perguntas mais importantes da filosofia é “pra que estamos aqui”, ou seja, pra quê vivemos? De tantas possibilidades de formas envolvendo ligações de compostos químicos, hidrogênio, fósforo, carbono, oxigênio, tantas formas podiam ter sido criadas, mas juntando tudo isso, viemos nós. Seres capazes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><img class="aligncenter" title="Estar Feliz" src="http://www.artedepensar.com.br/images/felicidade1.jpg" alt="" width="440" height="170" /></div>
<div>Além de “de onde viemos” e “pra onde vamos” uma das mais perguntas mais importantes da filosofia é “pra que estamos aqui”, ou seja, pra quê vivemos? De tantas possibilidades de formas envolvendo ligações de compostos químicos, hidrogênio, fósforo, carbono, oxigênio, tantas formas podiam ter sido criadas, mas juntando tudo isso, viemos nós. Seres capazes de ver, ouvir, falar, sentir e principalmente, pensar.</p>
<p>Quando o primeiro ser deu entrada ao mundo da tecnologia conseguindo criar o fogo, demos o primeiro passo pra tentar conquistar o maior desejo humano: A Felicidade.</p>
</div>
<div></div>
<div>Todos queremos ser felizes, sempre e sem exceção. Mas ninguém consegue ser feliz, não o tempo todo. Nunca temos tudo o que queremos e quase nunca as coisas ocorrem com planejamos e isso nos causa frustração, acabamos nos irritando, descontando nos outros e brigando. Tudo isso conflita diretamente com o que temos para nós como ser felizes. Não dá pra ser feliz estando irritado. A faculdade acabou, mas e o emprego? Comprei minha casa, mas como pagar? A conquista de algo muito desejado também sempre foi associada a conquista da felicidade, mas muito dificilmente um sonho é alcançado sem que um turbilhão de decisões estressantes tenham que ser tomadas.</p>
<p>Quando se é velho, ser feliz é ter saúde e viver em paz, quando se é adulto, ser feliz é ter dinheiro. Quando se é adolescente, ser feliz é poder sair e gastar, quando se é criança, se feliz é ter um cachorro. Mas quem é mais feliz? Quando se é criança, o adolescente é mais feliz, pode sair, correr. Quando se é adolescente, o adulto é mais feliz. Trabalho estável, família, sem problemas com namorado ou namorada. Quando se é adulto, os velhos são felizes. Em suas casas, descansando a vida em suas poltronas e vendo o jornal. Mas quando se é velho, ser adulto é ser feliz. Ter força, ter amigos no trabalho, happy hour. Quando se é adulto, ser feliz é poder gastar dinheiro e sair sem se preocupar, como adolescentes. Já para os adolescentes ser feliz é assitir sessão da tarde, comendo bolacha recheada, tirando o recheio e guardando pra depois.</p>
<p>O conceito de felicidade é tão abstrato, que lembrar dos tempos que passaram, ou seja, sentir o que chamamos de nostalgia, é a felicidade mais rápida que sentimos. Nós lembramos, sentimos por um milésimo de segundo como naquela época e voltamos com o coração pesado ao presente e dizemos “eu era feliz e não sabia” ou “tudo na minha época era melhor”.</p>
<p>Ser feliz é conseguir alcançar suas metas e realizar seus sonhos, é ter saúde, é ganhar dinheiro, é trabalhar, é estudar. É viver. Estar vivo é uma conquista, e conquistar é bom, e tudo o que é bom, entra no conceito de felicidade.</p>
<p>Portanto ser feliz é tentar estar feliz todo dia. Estar feliz é alcançar, mas para alcançar é preciso tentar, e para tentar, temos que querer. A base do querer é sonhar e a base do sonhar é viver.</p>
</div>
<div id="tweetbutton677" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-aV&amp;via=wuaaalce&amp;text=Estar%20Feliz&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Festar-feliz" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A gente só gosta quando entende</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/a-gente-so-gosta-quando-entende</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 20:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[entender]]></category>
		<category><![CDATA[genial]]></category>
		<category><![CDATA[gostar]]></category>
		<category><![CDATA[não gostar]]></category>

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		<description><![CDATA[Disse isso no Twitter essa semana, e achei minha própria frase muito boa. A gente só gosta quando ou o quê a gente entende. Quem gosta de rock, consegue assimilar que ele nasceu pra romper algumas barreiras, compreende que são músicas mais trabalhadas mas tão bem produzidas quanto os sambas de raiz Brasileiros, que também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="A gente só gosta do que entende" src="http://www.artedepensar.com.br/images/genialusq.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Disse isso no <a href="http://www.twitter.com/wuaaalce" target="_blank">Twitter</a> essa semana, e achei minha própria frase muito boa. A gente só gosta quando ou o quê a gente entende.</p>
<p>Quem gosta de rock, consegue assimilar que ele nasceu pra romper algumas barreiras, compreende que são músicas mais trabalhadas mas tão bem produzidas quanto os sambas de raiz Brasileiros, que também vieram traduzindo a forma do Brasileiro viver. Mas porquê gosta de um é PRA MUITOS, difícil gosta do outro? Justamente por que gostamos do que entendemos. Se entendendo o rock, como ele é, e isso não acontece com o samba, fica difícil, realmente.</p>
<p>Tá, esse exemplo ficou difícil. Mas vamos tentar novamente.</p>
<p>Porque a gente gosta de uma pessoa e de outras não? Quando você convive com uma pessoa, você descobre como ela age, o tipo de humor que ela tem, do ela gosta e não gosta, o que ouve, o que faz nas horas vagas, além de algumas peculiaridades que ambos tem em comum. Isso é entender a pessoa. Normalmente a gente não gosta de pessoas que não entendemos. Como por exemplo aquele cara que não sai da academia, adoro música eletrônica nonsense, usa colar de prata e força o sotaque carioca. Você não entende por que ele faz aquilo, e isso faz você não gostar.</p>
<p>Todos nós gostamos de algo, sempre. Temos a necessidade de gostar de algumas coisas. E baseados no quê? Normalmente na forma em que fomos criados, nosso caráter e personalidade. E normalmente não entendemos as pessoas que são nossos opostos, e isso reflete diretamente no que gostamos no sentido cultura, como na música. E é claro, até nos nossos gostos para o sexo oposto.</p>
<p>Quando começamos a namorar, só fazemos isso pois entendemos a pessoa com quem vamos nos relacionar. Porque compreendemos os motivos das formas dela agir, e isso nos cativa, querendo saber mais, e acabamos mergulhando mais na vida dessa pessoa, como fazemos com todas as outras coisas que gostamos, simplesmente porque entendemos.</p>
<p>É difícil entender certas coisas e as vezes achamos essas coisas chatas. As vezes não entendemos por falta de maturidade, e isso é normal. Aconteceu comigo, inclusive, com Matrix. Quando assisti a primeira vez, pequeno, gostei dos efeitos e mais nada. Mas agora, entendo que era muito mais. Diversas referências de informática, filosofia e conceitos de heroísmo. E isso torna as coisas geniais.</p>
<p>Quanto mais complexo é de se entender, mais genial é. Genial é tudo que consegue explodir nossa cabeça quando entendemos, e é isso que nos faz gostar. As vezes nem percebemos, mas entendemos.</p>
<p>Ah! E a imagem é do GENIAL  <a href="http://www.umsabadoqualquer.com/" target="_blank">Um Sábado Qualquer</a>, do Carlos Ruas.</p>
<div id="tweetbutton673" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-aR&amp;via=wuaaalce&amp;text=A%20gente%20s%C3%B3%20gosta%20quando%20entende&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fa-gente-so-gosta-quando-entende" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Votinho, Votão; Presinho, Presão</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/votinho-votao-presinho-presao</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 20:19:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[preso]]></category>
		<category><![CDATA[título de eleitor]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>

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		<description><![CDATA[O post anterior foi sobre eleioções agora um sobre pós eleições. É sempre dito para se votar com consicência, dar valor ao voto. Votar com maturidade. A nossa maturidade atual para votar é de 16 anos, onde o voto é facultativo. Isso é bom, realmente. Incentiva o jovem a participar ativamente da socidade onde vive, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Votinho e Votão; Presinho e Presão" src="http://www.artedepensar.com.br/images/votinhovotao.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>O post anterior foi <a title="Constitui eu, Constitui tu: Constituição" href="http://www.artedepensar.com.br/blog/constitui-eu-constitui-tu-constituicao" target="_blank">sobre eleioções</a> agora um sobre pós eleições.</p>
<p>É sempre dito para se votar com consicência, dar valor ao voto. Votar com maturidade. A nossa maturidade atual para votar é de 16 anos, onde o voto é facultativo.</p>
<p>Isso é bom, realmente. Incentiva o jovem a participar ativamente da socidade onde vive, podem opinar, discutir, pois afinal seu voto também vai entrar para os números finais que vão definir o futuro. Só que isso entra em contradição com a maioridade penal, que é de 18 anos.</p>
<p>Então, oras. Alguém pode ser responsável pelo futuro de seu país, mas não pode ser responsável pelos próprios atos?</p>
<p>Longe de mim querer comparar um voto errado a um crime, mas o peso para o jovem é bem similar. Afinal são decisões que serão tomadas, e que talvez não sejam faceis de se suportar as consequências, e isso é uma coisa normal nesta idade.</p>
<p>Enquanto a maioridade de 16 anos para votar é uma forma de superestimar o adolescente, a maioridade penal de 18 anos o subestima. Com 16 anos já é possível saber diferenciar (moralmente) o que é certo e o que é errado, mas ainda não é fácil assimilar a importância do voto em relação a incluencia dele em sua vida, pois nessa fase o importante são os estudos e, juntando esse empenho em sala de aula, e a falta de contato social maior (no trabalho, por exemplo) não o deixa a par, pelo menos não o necessário, para saber a importância do voto.</p>
<p>Claro que sempre falo de maiorias, não quer dizer que todo adolescente não trabalhe, ou que não leia jornais, etc, etc. Mas que é uma maior parte, isso é.</p>
<p>A diferença de 16 para 18 anos, na linha do tempo, é razoavelmente curta, mas cultural e intelectualmente, é um grande pulo, pois normalmente aos 18 anos se começa a trabalhar. Carteira de motorista, baladas, bebida. Muitas coisas agora são mais possíveis do que antes, em relação aos pais e justamente essa indepêndencia &#8211; essa distância &#8211; de quem sempre tentou ajudar, matura. É apanhando que se aprende, e sem essa ajudinha, a gente apanha mais.</p>
<p>Mas não é muito difícil, já com essa ajudinha, saber que roubar é ruim, que carregar armas é ruim, que roubar enquanto carregar armas é pior ainda. Nada disso fica longe do que vemos todo dia nos jornais e noticiários. Então quando dissemos que, perante a moral da sociedade, um cara de 16 anos não sabe que roubar é feio, é chamá-lo de criança que põe o dedo na tomada por curiosidade.</p>
<p>A maioridade &#8220;votal&#8221; ganha um ponto por ter esse caráter facultativo, justamente porque quem tem 16 anos está khndo pras eleições, mas já para a penal, não existe nem a possibilidade. Cadeia não é lugar pra criança, então vamos re-educala na Fundação Casa.</p>
<p>Utopia, mas é o que tem pra hoje.</p>
<div id="tweetbutton666" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-aK&amp;via=wuaaalce&amp;text=Votinho%2C%20Vot%C3%A3o%3B%20Presinho%2C%20Pres%C3%A3o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fvotinho-votao-presinho-presao" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Constitui eu, Constitui tu: Constituição</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[constituição]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Se eu pudesse refazer a constituição Brasileira, eu mudaria muita coisa. Claro, manteria muitas outras também, mas faria diferente. Criaria várias constituições, uma para cada tipo de caráter social, com seus direitos e deveres, como deve ser. Claro que não vou reescrever a constituição aqui e agora (apesar de não ser uma má idéia), mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Constitui, eu; Constitui tu; Constituição" src="http://www.artedepensar.com.br/images/urnaelet.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Se eu pudesse refazer a constituição Brasileira, eu mudaria muita coisa. Claro, manteria muitas outras também, mas faria diferente. Criaria várias constituições, uma para cada tipo de caráter social, com seus direitos e deveres, como deve ser. Claro que não vou reescrever a constituição aqui e agora (apesar de não ser uma má idéia), mas dessas contituições citadas, eu criaria uma para os políticos e todos os envolvidos nesse sistema. E dentro dessa constituição, haveria um artigo citando apenas o marketing político, tanto em época de eleição, quanto fora dela.</p>
<p>Esse artigo tentaria mudar o sistema de marketing político no Brasil, onde é usada a repetição e a propaganda gratuita (fotos, carros de som, etc) como forma de divulgação de um trabalho que não envolve apenas o ver, mas sim (e principalmente) o conhecer. Não se decide quem é o candidato mais preparado pelo número de vezes que o vimos na televisão ou pela altura dos carros de som que passam na rua. Isso na verdade atrapalha e aliena.</p>
<p>Esse tipo de propaganda deveria ser utilizada de outra forma, uma forma mais justa para todos os partidos, e de uma forma justa para os cidadãos, que deixariam de rir das propagandas políticas para começar a levá-las a sério, além de não encarar tudo aquilo como encenação ou leitura de uma cartolina com alguams faltas.</p>
<p>Claro que isso não seria fácil, mas algumas coisas podiam melhorar, como por exemplo, o tempo de propaganda. Todos os partidos devem ter o mesmo tempo de propaganda para divulgar todos os cargos que estão sendo concorridos. No caso do Brasil, as coligações teriam que ter o mesmo tempo para essa divulgação. E além do tempo, teria de haver um limite de investimento na propaganda, afinal, você prefere votar num candidato que aparece num escritório bonito, com monitores LCD e secretárias sorridentes, ou num cara que aparece do nada, na frente de um cromaqui onde passam vídeos de passeatas e projetos de transporte público utópicos? O limite de investimento transformaria o dinheiro gasto com &#8220;cinematização&#8221; da propaganda, em algo palpável e onde se possa utilizar melhor o tempo (que também seria igual para todos) e sempre mantendo o nível entre os partidos.</p>
<p>Outra coisa importante, e isso principalmente em segundos-turnos, é a questão do ataque direto a um candidato. Isso não deveria acontecer. O ataque deveria ser realizado as características de governo do candidato ou a do partido, mas sem apelação a manchetes escandalosas ou problemas pessoais. Isso transforma o debate político num coliseu com gladiadores de terno, gravata e prancheta. Claro que isso agrada ao povo, mas só agrada, pois não adicionada nada a decisão do eleitor.</p>
<p>Esses três pontos (tempo limite, investimeto limite e ataques pessoais) juntos, deixariam as propagandas com mais conteúdo e menos novela. Mais história e menos baixaria. Seria dada importância aos bons candidatos, afinal, com dinheiro contato para propaganda, valeria a pena pagar um dingle grudento prum (com todo respeito) palhaço? Valeria a pena ficar o tempo todo remoendo o passado do outro candidato, e não vangloriar os seu, com o tempo contado?</p>
<p>Os pequenos detalhes envolvendo a individualidade de cada um, afeta o todo, e com a parcela de particiapação de cada um. E essa é a importância do cidadão com relação aos candidatos. Essa importância faz diferença, pois o cidadão se sente parte da democracia que vive e isso acaba aumentando a responsabilidade social de cada um para manter seu país um bom país para se viver.</p>
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		<title>O Colorido da Industria da Música</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/o-colorido-do-industria-da-musica</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 19:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[fase]]></category>
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		<description><![CDATA[A música está indo de mal a pior no Brasil, e não é culpa dos jovens talentos, mas sim da indústria que os descobriu. Industrias essas que captam a necessidade da geração atual, e tornam este público alvo viciados em caça-níqueis. Grandes produtores musicais tem o talento de ver naqueles que estão começando, um poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="O Colorido do Industria da Música" src="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/imagens/indus.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>A música está indo de mal a pior no Brasil, e não é culpa dos jovens talentos, mas sim da indústria que os descobriu. Industrias essas que captam a necessidade da geração atual, e tornam este público alvo viciados em caça-níqueis.</p>
<p>Grandes produtores musicais tem o talento de ver naqueles que estão começando, um poder de venda acima da média, e é disso que eles precisam, de pessoas que queiram trabalhar e ganhar dinheiro, mas que precisam desse emporrãozinho, que acaba sendo um chute na verdade, pros palcos e rumo ao sucesso. Em na maioria das vezes, momentâneo.</p>
<p>Se o public alvo hoje, gosta de &#8220;rock&#8221; mas não tem, ou não sabem como, protestar, mas querem passar essa imagem de &#8220;ser diferente&#8221; e estão numa fase onde as primeiras dúvidas em relação a vida começam a surgir, porque não dar idolos musicais a esse público? Alguém que possa transformar o que eles sentem em músicas e assim refletir a necessidade deles para todos? Não é culpa de quem faz a música, nem de quem produz, ambos estão fazendo o seu trabalho &#8211; os músicos querendo o sucesso e os produtores, querendo consumidores &#8211; mas o público, esse sim, é quem pode controlar a qualidade da música que querem ouvir.</p>
<p>Quando esse público é mais novo, ainda age por impulso, imediatismo normal em uma certa etapa da vida (para a maioria, claro) onde tudo começa a ficar mais claro, e a música faz parte dessa fase. E se esse público vem de uma geração onde tudo é de muito fácil acesso (viva a internet!) e os meios de comunicação alienam com mais força (viva a televisão!), é de se esprear que o reflexo dessa gereção na música não seja muito diferente, e aqui fechamos o ciclo com o olhar de gavião empreendedor dos produtores musicais.</p>
<p>A saída é não dar bola e esperar, pois a música da moda é o reflexo da geração alvo da vez, e fases passam. A única diferença é que a fase de alguns atinge diretamente a cultura de outros, marcando, não só a fase desse público-alvo, mas também a geração da música daquela época.</p>
<p>Bandas coloridas, música sem contexto, tudo isso passa. Todos tem seu passado obscuro.</p>
<p>Fases, meus caros&#8230; Fases.</p>
<div id="tweetbutton657" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-aB&amp;via=wuaaalce&amp;text=O%20Colorido%20da%20Industria%20da%20M%C3%BAsica&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fo-colorido-do-industria-da-musica" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O humor é imune?</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/o-humor-e-imune</link>
		<comments>http://www.artedepensar.com.br/blog/o-humor-e-imune#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 15:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[idiotas]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente tivemos aquela legítima passeata dos humoristas contra a lei que proibia as piadas com os candidatos. Isso motivou o país a ver que o humor tem uma função maior do que o entretenimento, que é o poder de fazer crítica e ser ácido com quem merece e precisa prestar contas a população. Nessas horas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="O humor é imune?" src="http://www.artedepensar.com.br/images/humorimune.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Recentemente tivemos aquela legítima passeata dos humoristas contra a lei que proibia as piadas com os candidatos. Isso motivou o país a ver que o humor tem uma função maior do que o entretenimento, que é o poder de fazer crítica e ser ácido com quem merece e precisa prestar contas a população.</p>
<p>Nessas horas, o humorista, ou quem faz humor, é tido como gênio da capacidade de ser sátiro e irônico ao ponto de trazer a suposta verdade sem perder o bom humor.</p>
<p>O que falta as vezes é o bom senso.</p>
<p>Piadas são boas ou ruins dependendo do que você gosta de ouvir para dar risada. Do seu senso se humor. Ou seja, o que para alguns tem graça, para outros não tem. Mas quem não gostou da piada, perde o direito de reclamar dela só porque outra parte gostou?</p>
<p>Nós vemos diariamente humoristas nas redes sociais fazendo piadas sobre qualquer coisa, para atingir um público ou outro, sem se importar com o ou os públicos opostos, que quando se rebelam e reclamam, são humoristicamente diagnosticados como “falta de senso de humor” e é mira para mais piadas e chacotas.</p>
<p>Assim como o palhaço justifica dar tortada na cara dos outros, por ser cômico, os humoristas usam o artifício de “tem gente que gosta” para se fazer engraçado. Ou simplesmente não ligam, o que é mais preocupante, pois as vezes, eles são heróis.</p>
<p>Eu não quero ter “heróis” que utilizam da sua sabedoria para seu próprio bem. Não quero gênios, que não saibam respeitar opiniões ou receber críticas, pois afinal quem não ri “não tem senso se humor”. Todo mundo tem senso de humor, e as vezes esses humoristas perdem fãs por conta de uma piada sem graça, onde, se o orgulho não os corroesse, bastava pedir desculpas ou até mesmo fazer piada com suas desculpas.</p>
<p>Vale lembrar que sempre escrevo baseado em MAIORIAS, o que quer dizer que nem todo mundo se sente ofendido com piadas de mal gosto, nem todo humorista é idiota e nem todo mundo leva o humor tão a sério.</p>
<div id="tweetbutton644" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-ao&amp;via=wuaaalce&amp;text=O%20humor%20%C3%A9%20imune%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fo-humor-e-imune" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hipocrisia é o defeito do século</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/hipocrisia-e-o-defeito-do-seculo</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[atitude idiota]]></category>
		<category><![CDATA[carater]]></category>
		<category><![CDATA[facepalm]]></category>
		<category><![CDATA[hipocrisia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou quem sabe de toda a existência do ser humano. Com tantas capacidades e habilidades, o ser humano sempre desenvolve ainda mais sua capacidade de ser completamente tapado. É fácil acreditar em uma causa, movimento, atitude, etc. Só não é fácil manter isso em sua vida fazendo disso parte de seu caráter. Não adianta falar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/uploads/facepalm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-638" title="Facepalm" src="http://www.artedepensar.com.br/images/facepalm.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Ou quem sabe de toda a existência do ser humano.</p>
<p>Com tantas capacidades e habilidades, o ser humano sempre desenvolve ainda mais sua capacidade de ser completamente tapado. É fácil acreditar em uma causa, movimento, atitude, etc. Só não é fácil manter isso em sua vida fazendo disso parte de seu caráter.</p>
<p>Não adianta falar que você odeia quem fica parado na escada rolante se você fica lá sempre que não está com ninguém conhecido. Não discuta. Eu apenas SEI. E, infelizmente, é normal.</p>
<p>Não tem coisas que me irrita mais que pessoas descaradamente hipócritas. Que fazem o famoso &#8220;faço o que eu digo mas não faça o que eu faço&#8221; sem medo de parecer idiota. Mas mesmo assim parecem.</p>
<p>Hipocrisia, é o ato de acreditar em algo, ou fingir acreditar em algo, mas agir contra esses seus princípios. Por exemplo, fazer e acontecer que é do GreenPeace e jogar lixo na rua. Nesse caso, além de hipocrisia é babaquice. Mas é (com esse exemplo tosco) mais ou menos por ai.</p>
<p>Não vou dizer que não sou hipócrita. Todos nós somos. É uma epidemia, coqueluche&#8230; É o desvio de caráter do nosso século.</p>
<p>Esse tipo de hipocrisia explícita até que não me incomoda tanto, mas existe aquele tipo de pessoa que age de uma forma que você olha na cara dela e você tem certeza que ela não é daquele jeito, mas ela insiste em defender seus ideais, pontos de vista&#8230;</p>
<p>Aquele dito popular &#8220;O pior cego é aquele que não quer enxergar&#8221; fala exatamente desse tipo de hipócrita. Que não aceita o fato de não ser daquele jeito e fazer o oposto do que diz. Você não é ator, você não é pago pra convencer as pessoas de que você é de outro jeito, então não adianta. A forma natural de agir é visível, mas desvios de caráter são ainda mais visíveis. Tentar ser diferente para tentar ser aceito socialmente é aceitável até o ponto onde você não se põe em contradição.</p>
<p>Se a sociedade vai te repudiar por uma atitude, tenha argumentos para defende-lo ou pelo menos suporte as consequências dessas atitudes, pois mudar de opinião por conta do que os outros acham é pura hipocrisia e falta de bom senso. Chego a ficar triste quando vejo coisas como essas. As vezes a pessoa tem potencial, mas se deixa levar&#8230; E acaba fugindo de si mesma.</p>
<p>Hipocrisia é mentir pra si, é ser falso consigo mesmo. É de baixar a auto-estima, não é?</p>
<p>Agora me digam, se ganhassem 10 milhões na loteria AGORA, doariam 1 milhão para instituições de caridade? Talvez sim, mas não por caridade, mas para ser aceito, pra ter status. Hipócrita. Mas se assumir que não doaria é ser julgado de egoísta. Claro, os valores de cada um é que vão julgar se vale a pena doar 1 milhão ou não, mas sabemos que quem teve esse valor agregado ao caráter, faria isso até se tivesse ganho 10 reais. Eu não tive, então não doaria. Não num primeiro momento, pelo menos.</p>
<div id="tweetbutton637" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpLIEM-ah&amp;via=wuaaalce&amp;text=Hipocrisia%20%C3%A9%20o%20defeito%20do%20s%C3%A9culo&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fhipocrisia-e-o-defeito-do-seculo" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Decisões</title>
		<link>http://www.artedepensar.com.br/blog/decisoes</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[decisões]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[moral]]></category>
		<category><![CDATA[xadrez]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo e errado. Em suma, cada um tem que suportar as consequências daquilo que escolhe. Mas deve-se levar em consideração que escolhas são baseadas em decisões menores, decisões essas, baseadas em seu caráter, personalidade (que pode mudar de acordo com o seu ambiente/sociedade, etc), experiências de vida, etc, etc. É muito complicado dizer se você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Decisões" src="http://www.artedepensar.com.br/images/xadrez.jpg" alt="" width="440" height="170" /></p>
<p>Certo e errado.</p>
<p>Em suma, cada um tem que suportar as consequências daquilo que escolhe.</p>
<p>Mas deve-se levar em consideração que escolhas são baseadas em decisões menores, decisões essas, baseadas em seu caráter, personalidade (que pode mudar de acordo com o seu ambiente/sociedade, etc), experiências de vida, etc, etc.</p>
<p>É muito complicado dizer se você está certo ou errado. É necessário ser essa pessoa. É impossível julgar uma decisão por certa ou errada se os motivos não são totalmente conhecidos. E nesse ponto, só podemos acreditar no que é dito por quem tomou essa decisão.</p>
<p>Existem alguns tipos de noção que nos ajudam a estruturar nosso caráter em relação ao certo e errado. São até bem conhecidos mas pouco bem interpretados. São eles a Moral e a Ética.</p>
<p>Moral é justamente o que as pessoas a sua volta pensam do que você faz, e ética, o que você acha do que a sociedade faz.</p>
<p>Exemplo rápido: Roubar é crime. Nossa moral condena o ato de roubar como crime. Mas e roubar para comer? Não é crime, pois é ético. Você sabe que uma pessoa não vive sem comer, então não faz sentido condenar alguém por roubar por necessidade.</p>
<p>É possível perceber que o ato de roubar é uma escolha. No caso do exemplo acima, baseados apenas em moral e ética. Mas e se a decisão precisa de algo a mais. Por exemplo, o caráter.</p>
<p>Um garoto passou a vida toda sendo motivo de chacota no colégio, isso o transformou em uma pessoa que não consegue suportar pessoas que fazem esse tipo de brincadeira. Com isso, ele desenvolveu uma personalidade que encara isso com bom humor. Mas ele nunca revela aos seus amigos as gafes que comete, por ter medo de virar chacota novamente.</p>
<p>Neste caso, o ato é o de mentir. Moralmente, mentir é feio, &#8216;éticamente&#8217;, depende. Nesse caso, se você não conhece quem conduz o ato de mentir, o chamaria de mentiroso, mas e se você fosse o tal garoto? Gostaria de sentir na pele novamente tudo que mais odiou durante o colégio? É um mecanismo ético de auto-defesa que dispara, pulando o certo e errado (partindo do moral e ético) e atingindo sua personalidade, baseados também em experiências passadas.</p>
<p>Uma escolha é como um movimento de um jogador inexperiente no xadrez (digo inexperiente pois ninguém ainda viveu mais de uma vez para aprender na prática). É claro que a medida que crescemos, nossas decisões (jogadas no xadrez) são mais cautelosas, mas mesmo assim, não sabemos exatamente o que vai acontecer. Talvez seja possível ter uma vaga idéia, já que em outras experiências (jogadas anteriores) foi possível absorver algo de bom ou ruim do ocorrido.</p>
<p>Claro que existem tipos de decisões que vão contra todos os princípios éticos e morais de nossa vida, e que não precisam de consulta a histórico de vida ou características de personalidade ou até mesmo do tipo de caráter. Matar alguém por um jogo virtual é injustificável. Mesmo que esse jogo represente muito, é necessário ter discernimento do que é realidade e fantasia.</p>
<p>Quando se leva em consideração todos os fatos, o que menos foge de ser uma decisão que possa causar algum tipo de revés, é pensar de forma híbrida. Levando em consideração as pessoas ao redor, o quanto as conhece e o quanto das consequências dessa decisão você é capaz de suportar.</p>
<p>As vezes uma decisão pode acarretar na decisão de outras pessoas e isso pode, por exemplo, acabar com relacionamentos ou fazer você perder um emprego.</p>
<p>Toda decisão certa, tem seu lado errado e toda decisão errada tem seu lado certo. Só depende do ponto de vista.</p>
<p>Julgar as decisões de alguém é uma tarefa muito difícil. Afinal, julgar também é um ato que pode ser julgado.</p>
<div id="tweetbutton632" class="tw_button" style="margin-top:-25px; height:25px;float:right;margin-left:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FsLIEM-decisoes&amp;via=wuaaalce&amp;text=Decis%C3%B5es&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.artedepensar.com.br%2Fblog%2Fdecisoes" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.artedepensar.com.br/blog/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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