Arquivo da Categoria “Pensamentos”

A falta de acesso a cultura ou a falta de vontade em procurá-la, traz no homem um dos sentimentos mais profundos e antigos: A ignorância. E digo que ignorância é um sentimento pois você sente quando é, e até sabe. Na maioria das vezes o ser humano dedica sua vida a uma forma de viver para poder culpaa um sistema, no final das contas.
Ser ignorante não é ser burro. Ser burro é gostar de ser ignorante.
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O termo Política do Pão e Circo nasceu ali na época da Roma Antiga quando Russel Crowe Gladiadores ainda existiam. Nessa época o povo se rebelava muito contra seus superiores, e o governo já não sabia mais como controlar o estado. Foi então que tiveram uma ótima idéia. Dar ao povo o que mais gostam gratuitamente! Alimento e entretenimento. Então, quase todos os dias, haviam no coliseu as famosas lutas de gladiadores e durante a apresentação sanguinária que ocorria, pão era distribuido de grátis para o povo. Isso mesmo: panem et circenses.
E hoje em dia, vocês tem notado algo semelhante aqui em Brasóvia?
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O carnaval passou e agora é só ficar com a ressaca. Todos curtiram muito o feriadão e tomaram todas, comeram de tudo, e por aí vai.
O carnaval é uma festa popular Brasileira que retrata normalmente os costumes de um local, como acontece no Recife com o frevo ou em Olinda com os bonecos dos braços cumpridos, além dos famosos carnavais de avenida com as escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Por serem festas de cultura Brasileira, nada melhor que curtir com os amigos o que o Brasil tem a oferecer. Mas nossa sociedade evoluiu, amigos e talvez agora nossos festejos culturais não sejam mais nada além de desculpa para encher a cara.
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Todos nós sabemos que a Globo é uma rede de televisão com um público alvo explícito: a Massa. E quando eu digo a massa, não me refiro a lasanha da senhora sua mãe, me refiro da dona Maria que limpa a sua casa a 20 anos, até o novo estagiário de telemarketing cursando o segundo ano do ensino médio. A Massa, independente da classe social, é um grupo de pessoas que consegue se entreter com pouco (sem generalizar, claro).
Mas recentemente, fiquei um pouco assustado com a audácia da Globo e seu poder de manipulação das massas, quando uma vinheta que, em ritmo de samba, fala sobre todos os programas da Globo e ainda lança algumas frases de efeito ao final. Vamos analisar neste post a letra dessa linda música, e também analisar a confiança da Globo em seu cabresto midiático.
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Li esses dias no Twitter (inclusive, quem quiser me seguir é @wuaaalce) a seguinte frase:
“O comunismo é uma espécie de alfaiate que quando a roupa não fica boa faz alterações no cliente.”
Essa frase foi dita por Millôr Fernandez (@millorfernandes) e me fez pensar um pouco sobre essa idéia, imposta em um sociedade atual e se realmente fazia sentido. Se você parar para pensar, se essa roupa for uma roupa que caia bem, que seja bonita, que sirva para todas as ocasiões e que acima de tudo tenha um preço justo, mas seja um pouco apertada, porque será que o cliente não se esforça um pouquinho para emagrecer e fazer com que essa roupa tão perfeita sirva?
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No post anterior eu falei algumas coisas que eu tinha na cabeça quando um dia, estava com minha tia num ônibus, e ela comentou que uma outra tia minha tinha visto meu pai por ai (sim, eu não moro com meu pai). Então ela me perguntou se eu sentia falta do meu pai.
Refleti sobre isso durante um tempo até que cheguei a post anterior, mas mais do que isso, também criei uma pequena historinha que relaciona as fases da nossa vida em que passamos um aperto e sobre como saímos delas.
Existem algumas fases da nossa vida que se parecem com uma ponte…
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Claro que faz! O poder da consciência humana, ao viver que numa sociedade de pais e mães, não ter alguma das partes é realmente, em alguns casos, frustrante. Mas não é motivo para pânico, porque depois de alguns anos a gente aprende a conviver com a falta e a supera, na maioria das vezes.
Mas o que realmente faz falta é uma referência paterna.
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A mais de um mês chove todos os dias em São Paulo. E não é aquela chuvinha não, aquelas que só dão uma molhadinha, de lado, e vão embora. São chuvas mesmo, com água e tudo. E todo o dia! Tá certo que o Paulistano já estava acostumado a sair com uma blusa em dias ensolarados, por que a gente nunca sabia o que podia acontecer. Mas agora a gente sabe: Vai chover! E essa certeza assusta, porque está quase virando uma paisagem comum por aqui.
A chuva é consequência de diversos fatores ambientais que estamos cansados (ou pelo deveríamos estar) de ouvir. Muito calor, a água evapora, vira nuvenzinha e chove. Normal. O que não é normal é aceitar que uma cidade tão grande quanto São Paulo sofre tanto com a chuva.
Claro, tantas outras cidades também foram castigadas pela chuva, e muita coisa pior já aconteceu por causa dela.
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Será que existe receita de bolo para amar ou ser amado?
Eu acho que não, mas tenho certeza que quem, como eu, foi atingido em cheio pela flecha do cúpido, sabe e sente que existem alguns pontos que são sempre iguais, alguns sentimentos e formas de sentir que sempre se encaixam em vários relacionamentos, e quando falta algum desses pontos, o amor esfria e acaba.
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Hoje tive uma Luz! (aushasuas)
É sério… Hoje, vindo do metrô até o trabalho percebi algumas coisas que ainda não tinha percebido. Na verdade já tinha percebido, mas comecei a tirar conclusões que faziam sentido e que até podem dar certo! E isso me deixou muito contente, porque pode ser um sinal de alguma melhora no nosso modo de vida, convivência entre outros fatores.
Para quem não sabe, sou de São Paulo, e aqui é um formigueiro de gente por todos os lados, ainda mais no Centro, onde eu trabalho. Saindo do metrô, fiz o caminho que sempre fiz, e como sempre, muita gente. Mas naquele momento me pareceu que havia mais gente ainda. Gente de todo tipo, de todos os estilos e alguns aglomerados de pessoas vendo o que os astros da rua estavam fazendo. Eis que percebi um grupo maior do que os grupos de custume e resolvi andar mais devegar para ver o que estava pegando. Era um grupo de teatro. E o que que tem? Bom, além dos repentistas de rua, as estátuas humanas que ficam horas e horas de pé, entre outros, dessa vez era algo realmente diferente. Ao mesmo tempo que em que a peça rolava, eles interagiam com o público, que de todas as idades, se juntavam para prestigiar.
Isso é cultura popular. Já que o popular não vai a cultura, a cultura vem a ele, pois vontade de conhecer não falta e isso é fato, o que falta é oportunidade.
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