Arquivo de abril 2009
É dificil acreditar numa criança né? Nunca se sabe se ela está falando sério ou brincando, sem contar que a gente sempre acha que ela ainda é muito pequena para entender certas coisas.
O filme se passa em Buenos Aires, por volta da década de 1960. Valentin é um garoto de 9 anos que vive com sua avó. Filho de pais separados, mora numa pacata rua e estuda num dos melhores colégios da região e passa seu tempo sonhando em se tornar astronauta. Seu pai as vezes vem visitá-lo e seu tio também. O pai de Valentin é um namorador e a mãe de Valentin nunca foi apresentada ao garoto.
Entre brigas e risadas com sua avó, que perdeu o marido a pouco tempo, Valentin vai contando os detalhes de sua vida de uma visão muito mais madura do que sua idade, levando assim o telespectador a sentir uma enorme empatia pelo pequeno personagem. Com poucos amigos e a dificuldade que possui em encontrar uma boa namorada para seu pai e assim “substituir” sua mão, Valentin faz de tudo para deixar as coisas da melhor forma, está sempre desposto a ajudar, pois é assim que ele se sente feliz, quando tudo está bem.
Um belo filme Argentino que com certeza emociona e muda o dia de quem assistir. Mostra como a vida pode ser difícil até para uma criança, que em tese, não teria que se preocupar com tantas coisas. No final do filme você se sente como Valentin, e consegue compreender que as responsabilidades e as preocupações mudam mas sempre com o mesmo peso. A maturidade do garoto deixa claro que é possível sonhar e ser feliz mesmo diante das mais corriqueiras dificuldades.
Para quem gosta de filmes contados por seus personagens principais, como o famoso Amélie Poulin, é um prato cheio. Uma bela obra do diretor Alejandro Agresti (que até participa como ator, representando o pai de Valentin) e o pequeno Rodrigo Noya o grande Valentin. Recomendo!
Obs: Dica postada no sábado as 00:41… Ah, me dêem um crédito, vai! =)
C’ya.
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A FEIRA DO ESTUDANTE – EXPO CIEE é promovida desde 1997 e tem como objetivo integrar três forças: estudante, escola e empresa.
Esse é o papel do CIEE na realização da Feira do Estudante: unir segmentos empresariais e acadêmicos em um único local, considerando sempre a educação e o jovem como chave para o futuro.
O Local do evento é:
Av. Pedro Álvares Cabral, 1
Parque do Ibirapuera
São Paulo • SP
Dias 24, 25 e 26 de Abril de 2009
Sexta • Sábado • Domingo
Das 10h às 20horas
Clicando no Banner no topo do post é possível acessar o HotSite do Evento no site do CIEE.
A Feira do Estudante é uma forma de oferecer informações importantes sobre o mercado de trabalho para o jovens, oferencendo cerca de 70 palestras, todas certificados, jogos e esportes gratuitamente além de atualizar os jovens estudantes quando ao mercado de trabalho e enriquecendo seus currículos com as informações adquiridas com o evento.
É uma ótima oportunidade para todos tirarem dúvidas quanto as suas áreas de atuação e como o mercado está reagindo para elas. Além de poder trocar idéias com empresas e outros estudantes. Sem contar com as palestras, as brincadeiras e o incentivo ao esporte.
A programação Cultural e a programação das Palestras podem ser vistas no próprio site! Confiram!
C’ya
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Hoje é dia de São Jorge! Mas que foi esse cara?
Dizem que lá pelos anos dourados do século III d.c., São Jorge, então Jorginho, nascia. Fora criada por uma família cristão da Capadócia, região onde seria hoje a Turquia.
Quando jovem soldado, se mudou para a Palestina, onde faria parte do exército romano e por honarias conquistadas, se tornaria Conde com tenros 23 anos. Passou então a fazer parte da corte e viver no império exercendo funções de alto nível.
Durante as reuniões, o imperador da época – Diocleciano – tinha malignos planos. Iria destruir a cultura cristão espalhada pelo império. Eis que no dia em que o decreto de luta contra os cristãos seria devidamente firmado, Jorge discordou e começou a discursar sobre a religiosidade do império se referindo os deuses pagões. Diante de toda a revolta de Jorge, outros membros começaram a indagar o porquê da revolta. Eis que Jorge disse: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade”. O imperador, revoltado com a declaração de Jorge, o colocou sob tortura até que retirasse as palavras que havia dito na reunião. Como a crença de Jorge era grande, mesmo após várias sessões de tortura, se recusou a desacreditar seu Deus e crer nos Deuses do império e com isso ia levando cada vez mais pessoas do império acreditar em sua crença, uma vez que a mesma o fazia suportar tais torturas. Sem êxito na recuperação de Jorge, e com uma parte do império crendo no Deus de Jorge, o imperador mandou-o a degola. Sua morte aconteceu no dia 23 de Abril de 303.
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Quem foi o cara que criou as caixinhas de som? Quer dizer… Não vou culpar o cara que conseguiu esse feito, vou culpar o cara que teve a idéia de colocar essas caixinhas de som em pequenos e portáteis aparelhos.
Celulares, MP3~MP10, rádio de pilha, walkman, discman: Num passado não muito distante todos usavam fones, alguns estilosos, outros mais discretos… Mas porquê raios essa moda passou?
Agora a moda é: Desrespeitar leis.
Como assim?
Sempre gostei de andar de ônibus, mas de uns tempos pra cá está cada vez pior. Não pelo aperto ou pelo estresse humano, isso já vinha dos bondes sobre trilhos. Estou falando da capacidade sobre-humana de não perceber quando se está sendo inconveniente. Sim, estou falando das pessoas que ouvem seus pequenos e portáteis aparelhos sonoros sem os fones, obrigando todos a sua volta a compartilhar da maravilha que é a música.
O pior não é ter que ouvir a música, até porque, não sei se alguém lembra, mas os famosos Elemida e Busmidia (aqui em São Paulo pelo menos) tinham som, mas justamente por conta de uma Lei – aquele presa nos vidros do coletivo – o som foi retirado, mas sim por conta do tipo de som que somos obrigados a ouvir. Sempre, claro, sem generalizar, mas a grande maioria dos casos compartilhamos do popular pagode, o internacionalmente debochado black americano e é claro, o folclórico e divertido Funk.
Nada contra nenhum desses estilos musicais, cada um faz o que gosta, mas normalmente as músicas desses 3 estilos em especial são no mínimo repetitivas e/ou barulhentas. Quem nunca se pegou bufando ao ouvir uma cornetinha soar anunciando o remix de “D-d-d-desainha” ou até mesmos os “puntz-puntz” que balançam os LowRiders dos bairros negros americanos?
A Lei Municipal 6.681/65 diz: Proibido o uso de aparelhos sonoros. Não bastasse a clareza da frase, existe o desenho de um aparelho sonoro (tipo um rádio) cortado ao meio. Quem já viu um proibido fumar sacaria de primeira, mas mesmo assim, existem algumas pessoas que não percebem que existem mais pessoas a sua volta que podem não gostar do tipo de música e não são obrigados a ouvirem, ou pessoas que até gostam, mas que gostariam de tirar um cochilo tranquilo na volta para casa, ou até mesmo para ler alguma coisa, ou… Sei lá. É até legal em coletivos menores, como as lotações, quando tem música em tom ambiente ou em alguns trens da CPTM que tocam música clássica.
Só acho que já que não se respeitam as leis, poderiam ao menos respeitar o próximo.
C’ya
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Publicado por Walter e arquivado em Tecnologia, tags: dica, internet, Tecnologia, wimax
Cada vez mais as conexões a internet sem fio estão dominando o mercado. Seja por não ter mais que furar uma parede para passar um cabo ou por ficar aquela ‘fiarada’ feia por todos os lados, as conexões chamadas Wireless ficam cada dia mais presentes em nossas vidas tanto no trabalho quanto em casa.
Uma “nova” tecnologia de transmissão de dados pelo ar vem sendo testada a alguns anos. Nós conhecemos muito bem o Wi-Fi, disponível em shoppings, aeroportos, hotéis, entre outros, porém num futuro próximo teremos uma Internet meio… onipresente…
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O que você acharia de uma sociedade onde todos nascem e morrem fazendo o que mais gosta? Bom né? E se nessa sociedade, você não tivesse o direito de escolher o que mais gosta? Hmm… Difícil eim? Ser feliz fazendo o que gosta, mas você nem ao menos sabe se as outras coisas são boas também.
É justamente esse paradoxo social que o romance Admirável Mundo Novo (Brave New World) de Aldous Huxley quer passar aos leitores. O livro foi escrito em 1932, porém a concepção é tão contemporânea que é até difícil de acreditar que foi escrito no tempo de guaraná com rolha.
A história consiste em narrar a vida cotidiana de um futuro, onde a pessoa não nascia, e era criada em laboratário. Desde seu nascimento, o ser era treinado pscilógicamente a gostar e odiar coisas. A sociedade era moldada por castas, níveis sociais diferentes. O que definiam quem ia para qual nível social eram as suas caractarísticas genéticas pré-estabelecidas no laboratório onde a pessoa seria gerada.
Complexo? Nem tanto…
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 Hieronymus Bosch: Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado
:: Atenção::
O texto abaixo tratará de assuntos polêmicos e poderá ser ofensivo. Comentem sobre o texto, e deêm suas opiniões. Caso não concordem, comentem os pontos divergentes e adicionem idéias.
Expressem-se!
O que é pecado:
“O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).”
No dicionário: “s.m. Religião Transgressão da lei de Deus ou dos mandamentos da Igreja.”
É amigos! Sempre quando falamos de pecado pensamos em espiritualidade. E não é pra menos, pois é sempre assim que vimos e ouvimos falar deles. Deus, na Bíblica, define o que é o pecado, porém não aponta quais são e suas respectivas importâncias. A seguir, vamos levar em paralelo o pecado religioso com o pecado socialmente falando.
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O Título do post indica o que o quase altista simplório Forrest Gump, personagem principal do clássico Forrest Gump – O Contador de Histórias (1994) incorporado por Tom Hanks, fazia quando a coisa lhe apertava.
Por mais importante que seja essa frase no filme, ela não chega ao pés a mensagem “original” que ele traz.
O início é contado por ele, sentado em um banco em um ponto de ônibus, onde pessoas sentam ao seu lado, e ele inicia as conversas contando sua vida. Cada pessoa que fica ao seu lado ouvindo sua história tem uma reação diferente, deixando um ar mais comôdo a todos os espectadores, pois nunca se sabe quem está ouvindo ou como vão reagir. Alguns não dão atenção, outros se irritam com as histórias contadas outras acreditam e até apoiam, assim como os que assistem.
Dentre as histórias contadas por Forrest, podemos citar que, quando tinha uma mal jeito nas pernas, ensinou a Elvis Presley (que esteve hospedado na casa da mãe de Forrest) o famoso gingado na cintura. Forret também cumprimentou o Presidente Kennedy quando foi convocado à seleção universitária de Futebol Americano. Também é legal lembrar de como foi ao vietnã, salvou vários de seus companheiros e foi condecorado com uma medalha de honra. Ou até mesmo quando Gump, numa entrevista ao programa de Dick Cavett com participação de John Lennon, inspira o cantor a compor Imagine.
Com sua simplicidade e ingenuidade, Gump fica rico, atravessa o país correndo, encontra-se com seu amor Jenny o filho deles, Forrest Gump Jr (que diferente do pai é muito inteligente) – o garoto é interpretado por Haley Joel Osment de O Sexto Sentido e A.I. Inteligência Artificial – antes da morte de Jenny.
Os primeiros minutos do filme fazem você pensar que Forrest é apenas um louco mentiroso, porém aos poucos, você se envolve com o enredo e se deixa levar, assim como Forrest levava a sua vida: “A vida é uma pena carregada pelo vento”. Essa frase mostra o que o filme diz. Simples, maduro, ingênuo e muito bom. Além dessa, Forrest também dizia que sua mãe sempre falava que “a vida é como uma caixinha de bombons, nunca se sabe o que vai encontrar” entre outras.
Forrest interpretava o mundo de outra forma, e o ganhou por isso. Essa façanha só foi possível graças a sua ingenuidade e sinceridade. Forrest só foi ele mesmo o tempo todo.
Bom, Forrest Gump – O contador de Histórias é um ótimo filme para quem gosta de refletir enquanto lambe o sal da pipoca dos dedos. É um clássico e faz jus aos 6 Oscars ganhos dos 13 ao quais foi indicado.
Assistam, vale a pena. E para encerrar uma outra frase dita por ele: “Posso não ser inteligente; Mas sei o que é amar”.
C’ya
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